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	<title>Cozinha da Matilde &#187; Sopa de ego</title>
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	<description>Mesa farta, casa em festa!</description>
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		<title>Deu na Revista da Folha</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 14:52:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casa em Festa]]></category>
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RELATO SOBRE UM JANTAR QUE NÃO ERA JANTAR, PREPARADO POR UM CHEF QUE NÃO ERA CHEF
 



Newton Santos





O performer e ator Ieltxu Ortueta, que oferece jantar em espetáculo
  Caro comandante   por Gustavo Fioratti 
Era para ser um jantar? Tudo indicava que sim. Mas houve algo fora de lugar, uma vez que a [...]]]></description>
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<p><span style="font-size: medium;"><strong><em>RELATO SOBRE UM JANTAR QUE NÃO ERA JANTAR, PREPARADO POR UM CHEF QUE NÃO ERA CHEF</em></strong></span></p>
<p><!--Fotografia/Auto/Inicio--> <!--FOTO--></p>
<table width="380">
<tbody>
<tr>
<td><span>Newton Santos</span><br />
<img src="http://www1.folha.uol.com.br/revista/images/rf0703201011.jpg" border="0" alt="" /></td>
<td valign="bottom"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span><em>O performer e ator Ieltxu Ortueta, que oferece jantar em espetáculo</em></span></p>
<p><!--/FOTO--> <!--Fotografia/Auto/Final--><span style="font-size: large;"><strong> <!-- TITULO -->Caro comandante<!-- TITULO --> </strong></span> <strong> <!-- INICIO CREDITO -->por Gustavo Fioratti<!-- TERMINO CREDITO --> </strong></p>
<p>Era para ser um jantar? Tudo indicava que sim. Mas houve algo fora de lugar, uma vez que a pessoa que se  apresentou como chef não era chef coisíssima nenhuma.</p>
<p>Ieltxu Ortueta, 32, descobriu-se mais tarde, assumiu identidade falsa! É de origem basca, da cidade de  Bilbao, Espanha, onde estudou história da arte e do teatro. Vive no Brasil desde 2003, realizando a  performance &#8220;Extranjis&#8221; na casa de terceiros.</p>
<p>Está tudo documentado. O convite de Ieltxu veio por e-mail. Foi aceito por 21 pessoas que se agruparam  em um quintal de uma casa apelidada de  Matilde. Isso mesmo, Matilde é o nome do antigo sobrado de dois  andares, escolhido como palco da ação e assim batizado pelos proprietários em referência à amante de um  certo poeta chileno Pablo Neruda.</p>
<p>O lugar tem fartas varandas e ampla área externa habitada por dois cachorros e dois gatos, na Vila  Madalena. Os proprietários estavam infiltrados entre os convidados e, afirmam, não tinham ideia do que a  noite lhes reservava. Letícia, a dona da casa, usava flor de feltro amarelo e vermelho nos cabelos  encaracolados. O marido, Marcelo, tem perna mecânica e vestia camiseta com Jimi Hendrix estampado.  Não consta do relatório redigido pelo falso chef após o evento, mas o casal se conheceu no ano 2000 em  uma festa a fantasia. Ele foi vestido de Teodoro, um dos dois maridos de uma tal Dona Flor; e ela, de  Pedrita, filha de Fred e Wilma Flintstone.</p>
<p><strong>Do confinamento </strong><br />
Houve espera e certa apreensão entre os convidados na hora que antecedeu o início do jantar que não era  jantar. Ieltxu apareceu em frente à porta por volta das 21h e, do alto de três degraus da entrada, pediu  silêncio. Tinha um charuto e um copo de uísque em mãos. Voz firme e rouca como a de um general cubano.</p>
<p>Ieltxu tem cabelos curtos e castanhos, um princípio de calvície, nariz alinhado com a testa, olhos  arregalados, fumante. É casado, pai de um filho de um ano, mora na região central, tem sotaque marcado  por um erre puxado do céu da boca e pela dificuldade em pronunciar palavras como pão e macarrão.</p>
<p>Os convidados passaram por uma espécie de interrogatório. Um pouco constrangidos, foram questionados  pelo &#8220;anfitrião&#8221; sobre suas origens, seus times de futebol e como se sentiram quando experimentaram a  sensação de ser estrangeiro.</p>
<p>Acabaram divididos em dois grupos: de um lado, quatro sujeitos que nunca haviam sido parados pela  polícia na vida; do outro, 17 elementos sem a mesma sorte: conheciam procedimentos de revista e  inquérito.</p>
<p>Após terem seus documentos de identidade apreendidos, os convidados foram orientados a entrar, um  por um, na residência. Passaram individualmente por mais uma batelada de perguntas. Tiveram  impressões digitais recolhidas com tinta cor-de-rosa em cascas de ovos (alguns estavam cozidos, outros  não) e foram confinados em um banheiro de azulejos coloridos, cuja área total não passava de 5 m2.</p>
<p>Uma câmera digital foi entregue a um dos presentes e acabou passando de mão em mão, para que aquela situação insólita fosse toda captada. Havia câmeras espalhadas por vários cômodos. Os tais ovos que os convidados seguraram durante a clausura seriam usados na preparação da refeição, numa etapa seguinte.</p>
<p>Importante dizer que, no confinamento, houve troca de informações entre participantes. Fabiana, jovem de  cachos loiros, passou seu telefone para Alexandre, jovem de óculos com armação preta, funcionário de uma  agência de promoção. &#8220;De médio porte&#8221;, afirma ele, que estava &#8220;em busca de novos horizontes&#8221;.</p>
<p><strong>Do jantar </strong><br />
Após 15 minutos em um banheiro apinhado, os 21 eleitos pareciam mais entrosados -mais suados  também. Foram, enfim, libertados e, na cozinha, sob comando de Ieltxu, deram início à preparação do  esperado jantar.</p>
<p>O grupo foi orientado a cortar batatas e cebolas sobre uma mesa de madeira, enquanto a panela  aquecia no fogo. Os ovos, aqueles do banheiro, pouco a pouco foram sendo quebrados em uma imensa  tigela.</p>
<p>Todos obedeceram aos comandos de Ieltxu, tomando seus lugares numa espécie de teatro do absurdo. O  mestre-cuca conduziu esse início de confraternização com um questionamento: &#8220;A avó de vocês cozinha  bem? E qual avó não cozinha?&#8221; Texto devidamente decorado, o que revela o caráter premeditado da ação.</p>
<p>Outros dois fortes indícios de que o jantar não passava de encenação. Primeiro: distraídos com as  batatas, os convidados demoraram a notar que Ieltxu enterrou o próprio rosto em uma porção de  cebolas picadas, guarnecidas dentro de uma imensa bacia, para assim permanecer por um minuto.</p>
<p>Segundo: a comida não ficou boa. A tortilla estava um pouco sem sal e com o fundo queimado.  O depoimento de uma testemunha ajuda a recriar a atmosfera surrealista da noite. Segundo Fabiana  López, 29, publicitária, &#8220;quando ficamos presos no banheiro com um ovo na mão, houve muito  desconforto&#8221;. Mas a avaliação final é positiva. &#8220;Fomos obrigados a conversar uns com os outros.  Lembrou-me de como sempre foi difícil fazer novos amigos ou recomeçar a vida em um outro lugar.&#8221;</p>
<p><strong>Ato planejado </strong><br />
Última nota: há mais informações sobre o evento no blog <strong><a href="http://de-extranjis.blogspot.com/">http://de-extranjis.blogspot.com</a></strong>. Dali consta que toda a ação foi planejada por Ieltxu e um de seus comparsas, o diretor de   teatro Noberto Presta. Segundo o texto, &#8220;Extranjis&#8221; é &#8220;um encontro pautado nas memórias e sensações que  nos remetem ao tema de ser e sentir-se estrangeiro&#8221;.</p>
<p>A experiência faz de cada espectador-participante um intruso discreto em um universo de lembranças  alheias. Ieltxu recolhe, por e-mail, recordações enviadas pelos participantes. Costura tudo em um único  texto, espécie de alento para a catatonia de tempos modernos.  A performance &#8220;Extranjis&#8221; recebeu o Prêmio Interações Estéticas em Pontos de Cultura, da Funarte em  2009. Outros jantares serão anunciados neste ano.</p>

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		<title>Mariníssima falando para o mundo!!!</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 22:09:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Canastrinha da matilde]]></category>
		<category><![CDATA[Penso, logo como!]]></category>
		<category><![CDATA[Sopa de ego]]></category>
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		<category><![CDATA[Sagatiba]]></category>

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A Cozinha da Matilde está estourando de corujisse! E não é prá menos, entrevista com a querida Marina Novaes, a melhor Dj do mundo em nossa &#8220;isenta opinião&#8221; no Blog da Sagatiba!
Esse Jeito Brasileiro de ser
Por Paula Guedes para Blog da Sagatiba
De bem com a vida. Hoje é dia de festa no Diquinta com Marina [...]]]></description>
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<p>A Cozinha da Matilde está estourando de corujisse! E não é prá menos, entrevista com a querida Marina Novaes, a melhor Dj do mundo em nossa &#8220;isenta opinião&#8221; no Blog da Sagatiba!</p>
<h3><strong>Esse Jeito Brasileiro de ser</strong></h3>
<p><strong>Por Paula Guedes para <a href="htthttp://www.sagatiba.com.br/blog/?p=423p://">Blog da Sagatiba</a></strong></p>
<p><strong><a rel="attachment wp-att-510" href="http://cozinhadamatilde.com.br/2010/02/marinissima-falando-para-o-mundo/dj-marina-novaes-007-300x225/"><img class="alignleft size-full wp-image-510" title="dj-marina-novaes-007-300x225" src="http://cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2010/02/dj-marina-novaes-007-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></strong>De bem com a vida. Hoje é dia de festa no Diquinta com Marina Novaes nas pick ups.</p>
<p>Ou a Mariníssima!, que tem esse jeito brasileiro de sair fazendo e se atirando naquilo que acredita e gosta e que acabou tendo uma vida dupla: advogada de direitos humanos e DJ – duas coisas nada a ver que ali tornaram-se uma só. Coisa que só acontece para quem leva a vida em aberto. Quer ver?</p>
<p><strong>Marina, como aconteceu de você ser advogada e DJ?</strong><br />
Desde a faculdade quis seguir os caminhos alternativos do direito. Como militante do movimento de direitos humanos, especificamente das mulheres, encontrei o caminho como advogada.</p>
<p>Então, durante a semana, trabalho numa ONG de apoio aos migrantes, (Centro de Apoio aos Migrantes). Coordeno o atendimento jurídico. O foco do trabalho é o enfrentamento ao trabalho escravo, tráfico de mulheres e principalmente mostrando aos migrantes latino americanos que todos têm direitos e garantias para uma vida digna, pois os imigrantes pensam que por não terem documentos não têm direitos. E como feminista, acabo puxando uma sardinha para as mulheres latino americanas.</p>
<p>Às sextas feiras, eu toco lá no Diquinta. Já tocava em festinhas principalmente num restaurante de uma amiga, o Cozinha da Matilde. Aí pintou o convite de tocar no Diquinta uma vez no mês de março, porque eles queriam uma mulher pro “mês das mulheres”. Acabou que deu super certo, e eles me chamaram pra tocar três vezes por mês.<br />
<strong><br />
Isso de alguma forma deve aparecer nos seus sets… </strong><br />
Nos sets que faço tento buscar esta mistura do alternativo e também da integração!</p>
<p>A grande maioria das músicas são brasileiras, de samba rock (Jorge Ben, Trio Mocotó, Erasmo Carlos, Farufyno, etc..). Mas rola também bastante funk, groove e black. Tudo bem dançante.</p>
<p><strong>Que sons não podem faltar em suas festas?</strong></p>
<p>Da velha guarda, tenho arriscado tocar as músicas do disco “Gil e Jorge Ogum – Xango”, um disco jam session incrível. “Quem mandou (pé na estrada)” é uma louca declaração de amor que da para dançar bem juntinho.</p>
<p>Marku Ribas e Elza Soares gravaram para o filme Chega de Saudades um CD bem bom, com releituras até do Calcinha Preta (”Você não vale nada”). Martinho da Vila é uma pérola nacional, assim como Beth Carvalho e Leci Brandão, entre outros, a lista é imensa.<br />
Seu Jorge, mais contemporâneo, nunca falta – “E depois”, faixa que ele participa do disco do BiD é uma balada deliciosa. Roberta Sá faço questão de tocar, adoro o seu samba suingado. Orquestra Imperial é um timaço. Fabiana Cozza é poderosa. O disco novo da Céu da vontade de tocar inteiro no comecinho da noite.<br />
<strong><br />
Em sua opinião, qual o puro espírito do Brasil?</strong><br />
A alegria. Sem ser piegas. A nossa cultura, nossos ritmos e nossos sons são a prova que nosso espírito é de alegria.</p>
<p>Pois, a Marina trabalha para todo mundo ficar de bem com a vida!</p>

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		<title>Deu no Diário de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 20:59:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[No fogão]]></category>
		<category><![CDATA[Sopa de ego]]></category>
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Gastronomia // Cozinhas virtuais
A culinária invadiu a internet e, além de revelar talentos, oferece um incrível acervo de informações e receitas através dos blogs 
Mariana Lôbo // marianalobo.pe@diariosassociados.com.br
Houve uma época em que as atividades gastronômicas se restringiam às &#8220;alcovas culinárias&#8221; e o registro dos experimentos era feito em cadernos de receitas, guardados a sete chaves [...]]]></description>
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<h2>Gastronomia // Cozinhas virtuais</h2>
<p><em>A culinária invadiu a internet e, além de revelar talentos, oferece um incrível acervo de informações e receitas através dos blogs </em><br />
Mariana Lôbo // marianalobo.pe@diariosassociados.com.br</p>
<p>Houve uma época em que as atividades gastronômicas se restringiam às &#8220;alcovas culinárias&#8221; e o registro dos experimentos era feito em cadernos de receitas, guardados a sete chaves e só passados gerações adiante. Hoje, quem diria, no rol de blogs sobre os mais variados assuntos, os que comportam os sabores gastronômicos têm ganhado destaque especial. São verdadeiras cozinhas virtuais, que democratizam pratos e seus ingredientes e fazem a cabeça de quem acompanha e de quem posta diariamente escritos e belas imagens sobre as mais variadas combinações.</p>
<p>O interesse da carioca radicada na Califórnia (Estados Unidos) Fernanda (Fer) Guimarães Rosa pela cozinha saudável a fez criar, há quatro anos, o blog Chucrute com salsicha. Sem formação na área de gastronomia e baseada na intuição, durante seu tempo livre, Fer, que atua como web developer na Universidade da Califórnia, experimenta receitas naturebas em casa. &#8220;Quando eu vejo certos ingredientes no mercado ou recebo algo diferente na minha cesta orgânica, dou a largada para busca por ideias&#8221;, explicou.</p>
<p>A cozinha de Fernanda é sazonal, ou seja, acompanha os grãos, legumes e frutas da estação. Através do blog, tais tendências podem ser apreciadas em pratos bem apresentados e devidamente servidos com louças, talheres e toalha apropriados. &#8220;Garanto pelo menos um sorriso aos que visitam o meu blog, porque o que eles vão encontrar lá não são apenas receitas, mas histórias divertidas e imagens interessantes&#8221;, comentou Fernanda, que também disponibiliza ao leitor um glosário de ingredientes com dicas de substituição para a realidade brasileira.</p>
<p><strong>Experimental -</strong> Descobrir novos sabores e postar receitas apetitosas também virou a especialidade da nutricionista Neide Rigo, que trabalha com cozinha experimental, receitas para receituários e cálculo para fatores nutricionais, além de escrever sobre ingredientes (ela é colaboradora da revista Caras). &#8220;O blog (Come-se) foi uma extensão do que eu já fazia e não publicava. É quase um retrato do meu dia-a-dia, relacionado às coisas de comer&#8221;, explicou.</p>
<p>A predileção de Neide é por alimentos esquecidos, uma comida mais popular &#8220;da roça, que não é tão valorizada&#8221;. &#8220;Eu procuro mostrar ingredientes negligenciados e produtos comestíveis que muita gente desconhece&#8221;, destacou. Quem visita o Come-se encontra, além de uma gastronomia com peculiaridades regionais traduzidas tanto nos ingredientes quanto no preparo, uma pequena mostra do interesse de Neide em situar a botânica, a agronomia e tudo o que interfere na comida, do cultivo até a panela.</p>
<p><strong>Matilde &#8211; </strong>Letícia Massula, mineira radicada em São Paulo, é uma advogada que virou cozinheira profissional e hoje mantém em sua casa, na Vila Madalena, um espaço de recepções. Na sua Cozinha da Matilde, que também virou blog, ela dá aula de culinária, recebe grupos interessados em experimentar novos sabores, produz festinhas e jantares temáticos, como o Jantar no Escuro, onde o freguês é vendado e tem seus sentidos aguçados durante a refeição.</p>
<p>Ao longo dos dois anos em que atua como cozinheira, como se autodenomina, Letícia democratiza suas receitas na web. São pratos elaborados por ela, fruto de muita pesquisa, como a da Perdiz recheada e arroz selvagem, que o Diario em Revista traz para encorajar o leitor mais destemido a prepará-lo em sua cozinha.</p>
<p>&#8220;Quem pega uma receita minha não corre o risco de levar gato por lebre. Eu quero que as pessoas executem e tenham um ótimo resultado. Não escondo o jogo&#8221;, garante Letícia. Por isso, em seus comentários na web, todos os ingredientes estão listados junto às receitas. Ainda explica como executá-los da melhor maneira, sugere bebidas que podem ser consumidas enquanto se prepara a refeição e músicas interessantes para ouvir.</p>
<p><strong>Vale a pena uma visita!</strong></p>
<p><strong>Chucrute com salsicha &#8211; http://www.chucrutecomsalsicha.com/<br />
Come-se &#8211; http://come-se.blogspot.com/<br />
Cozinha da Matilde &#8211; http://cozinhadamatilde.com.br/<br />
Basilico &#8211; http://basilico.uol.com.br/<br />
Cuecas na cozinha &#8211; http://www.cuecasnacozinha.com/<br />
Ardeu a padaria &#8211; http://ardeu-padaria.blogspot.com/<br />
Cozinha Turca &#8211; http://cozinhaturca.blogspot.com/</strong></p>

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		<title>Brastemp por fim!</title>
		<link>http://cozinhadamatilde.com.br/2009/10/brastemp-por-fim/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 01:41:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[No fogão]]></category>
		<category><![CDATA[Sopa de ego]]></category>
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Perdiz recheada e arroz selvagem
Quem disse que o melhor da festa é esperar por ela? O bom mesmo é quando os amigos aparecem de surpresa. Em vez de se desesperar, coloque todo mundo para trabalhar e comece a festa no lugar onde toda comemoração se origina: na cozinha. Um corta a cebola, o outra fatia [...]]]></description>
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<h3></h3>
<h3><img class="aligncenter size-large wp-image-165" title="perdiz recheada com cogumelos e arroz selvagem" src="http://cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2009/10/leticia-9-500x332.jpg" alt="leticia-(9)" width="500" height="332" /></h3>
<h3>Perdiz recheada e arroz selvagem</h3>
<p>Quem disse que o melhor da festa é esperar por ela? O bom mesmo é quando os amigos aparecem de surpresa. Em vez de se desesperar, coloque todo mundo para trabalhar e comece a festa no lugar onde toda comemoração se origina: na cozinha. Um corta a cebola, o outra fatia os cogumelos, aquele amigo que é um zero à esquerda com as panelas aprende a picar as ervas. Juntam tudo numa assadeira e forno. Você que está sempre com a mão na massa, aproveita para sair do óbvio e coordena tudo com um drinque na mão.</p>
<p><strong>O que precisa? (2 porções)</strong><br />
1 perdiz; 3 col. (sopa) de manteiga sem sal; 2 dentes de alho;  1 col. de sopa de tomilho; 1 xíc. de cogumelos paris; 1 xíc. de vinho branco seco;  1 cebola em cubos; 1 col. (sobremesa) de mel; sal e pimenta do reino a gosto.</p>
<p><strong>E o que eu faço com tudo isso?</strong><br />
Pré-aqueça o forno. Misture a manteiga, sal e metade do tomilho. Introduza essa pasta entre a pele e a carne,e  no interior da perdiz. Salteie os cogumelos fatiados em manteiga, 1 colher de cebola e 2 colheres de vinho, ajuste o sal e a pimenta e reserve. Recheie a perdiz com os cogumelos. Leve as pernas até o peito e amarre por trás. Tempere com sal e pimenta do reino. Coloque em um refratário com o restante da cebola, o vinho, o tomilho.  Besunte a perdiz com o mel e leve ao forno coberta com papel alumínio, por 30 minutos.  Retire o alumínio e deixe dourar.</p>
<p><strong>Arroz selvagem com damasco e amêndoas</strong><br />
2  xíc. de arroz selvagem cozido em água com sal; 1 col. (sopa) de manteiga sem sal; 1 col. (sopa) da parte branca de cebolinha picada; 1 col.(sobremesa) da parte verde da cebolinha picada; 2 col. de sopa de damasco picado; 2 col. (sopa) de amêndoas picadas; sal a gosto.</p>
<p><strong>O que eu faço com tudo isso?<br />
</strong>Em uma frigideira, salteie a parte branca da cebolinha em manteiga. Junte o damasco e amêndoa, salteie por mais um minuto. Junte a cebolinha verde. Ajuste o sal e a pimenta do reino.<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>Para beber</strong><br />
Forno quente, cozinha cheia, conversa acalorada! Para amenizar o fervor e temperar a festa, nada melhor do que cerveja. Ainda que você seja do time que pensa que cerveja boa é cerveja gelada, faça bonito e ofereça opções que harmonizem bem com o prato escolhido: belgian ale,  dark lager e bock dão conta do recado.<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>Para ouvir</strong><br />
Se o trabalho é em equipe, por que a música não seria? E se é um encontro de amigos, nada melhor do que o rei com a sua própria turma. Toque Roberto Carlos: Duetos, uma coletânea com nomes como Tom Jobim, Erasmo Carlos e Ângela Maria. Ele lá com os convidados dele e você com os seus, todo mundo reunido.</p>
<p><strong>Para comentar</strong><br />
Nenhuma comida é mais ‘família’ do que carne assada. É um prato farto que alimenta muita gente. Não é de se admirar que em todo o mundo, nos hemisférios norte e sul, o assado é sempre o eleito para grandes confraternizações e celebrações.</p>

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		<title>Matilde falando para o mundo</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 12:17:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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Saiu uma matéria muito bacana sobre restaurantes alternativos com a Cozinha da Matilde na revista Jungle Drums: 

Cozinha da Matilde opened about a year ago and a mix of corporate meetings, private parties and events for her close network makes Letícia enough money to the point that she solely dedicates to the project. “I get [...]]]></description>
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<p>Saiu uma matéria muito bacana sobre restaurantes alternativos com a Cozinha da Matilde na revista <span style="color:#990000;">Jungle Drums: </span></p>
<p><a href="http://3.bp.blogspot.com/_3mI-Q8Y0tDQ/SqpQatNkvQI/AAAAAAAAA4o/t1-vxa2LlDw/s1600/656_0_category_item_image_23b98004b176e69e62944c3879373384.jpg"><img src="http://3.bp.blogspot.com/_3mI-Q8Y0tDQ/SqpQatNkvQI/AAAAAAAAA4o/t1-vxa2LlDw/s400/656_0_category_item_image_23b98004b176e69e62944c3879373384.jpg" border="0" alt="" /></a><br />
<span style="font-style:italic;">Cozinha da Matilde opened about a year ago and a mix of corporate meetings, private parties and events for her close network makes Letícia enough money to the point that she solely dedicates to the project. “I get a reasonable amount, but my biggest remuneration is doing something I really enjoy.” Despite the noisy background on the phone call, the enthusiasm on her voice was quite clear. “Not a lot of people can say they work on something they love, so if cooking gives you that buzz, I’d say go for it – but take a calculated risk and plan properly, otherwise if things don’t pick up as quickly as you’d expected, you may be disappointed.”</span></p>
<p><a href="http://www.jungledrumsonline.com/en/category_page/656/1/The_underground_restaurant_movement_that_mixes_spices_and_thrills_in_London.htm">Click e leia mais!</a></p>

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		<title>Publi Brastemp</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 13:26:00 +0000</pubDate>
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<p><a href="http://cozinhadamatilde.files.wordpress.com/2009/09/publi2bchurrasco.jpg"><img src="http://cozinhadamatilde.files.wordpress.com/2009/09/publi2bchurrasco.jpg?w=300" border="0" alt="" /></a><a rel="attachment wp-att-772" href="http://cozinhadamatilde.com.br/2009/09/publi-brastemp/churrasco-indd/"><img class="aligncenter size-large wp-image-772" title="Churrasco.indd" src="http://cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Publi+churrasco-500x437.jpg" alt="" width="500" height="437" /></a></p>

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		<title>Brastemp &#8211; Churrasco</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 12:27:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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A gente bate no peito e se orgulha de como sabe fazer um churrasquinho como ninguém. Afinal, um pouquinho de carvão, bebida gelada e amigos animados são o suficiente para deixar qualquer picanha mais saborosa. O que você não sabia é que essa mesma cena se repete no mundo todo, do Equador a Cingapura, do [...]]]></description>
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<p><a href="http://cozinhadamatilde.files.wordpress.com/2009/09/matilde-28829.jpg"><img src="http://cozinhadamatilde.files.wordpress.com/2009/09/matilde-28829.jpg?w=300" border="0" alt="" /></a><span id="_ctl0_ContentPlaceHolderMain_lblConteudoArtigo" style="color: #000099;">A gente bate no peito e se orgulha de como sabe fazer um churrasquinho como ninguém. Afinal, um pouquinho de carvão, bebida gelada e amigos animados são o suficiente para deixar qualquer picanha mais saborosa. O que você não sabia é que essa mesma cena se repete no mundo todo, do Equador a Cingapura, do Vietnã à Austrália, o que muda são só os ingredientes e os métodos de preparo. Mas de longe você bateria o olho e diria com gosto que reconhece um churrasquinho mesmo a milhares de quilômetros de casa, independentemente da variedade de carnes ou vegetais que estiverem dourando na grelha. Que a linguiça e a picanha nos perdoem, mas hoje vamos sair do óbvio e nos esbaldar com um churrasco de frutos do mar.</span></p>
<p style="color: #000099;"><span style="font-weight: bold;">Sugestão do mês:</span></p>
<p style="color: #990000;"><span style="font-size: 130%;"><strong><a rel="attachment wp-att-648" href="http://cozinhadamatilde.com.br/2009/09/brastemp-churrasco/matilde-8/"><img class="aligncenter size-large wp-image-648" title="matilde-(8)" src="http://cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2009/09/matilde-8-500x332.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a>Churrasco de frutos do mar com ervas do jardim (para 4 pessoas)</strong></span><br />
<strong> </strong></p>
<p style="color: #990000;"><strong> </strong></p>
<p><strong>O que precisa?</strong><br />
4 ostras<br />
6 lagostins<br />
½ kg de vôngoles na casca<br />
8 mariscos na casca<br />
8 camarões médios<br />
4 lulas pequenas<br />
4 vieiras</p>
<p><strong>Marinada</strong><br />
3 colheres (sopa) de folhas de salsa inteiras<br />
2 colheres (sopa) de talos de capim-limão finamente fatiados<br />
2 colheres (sopa) de folhas de tomilho limão<br />
1 colher (sopa) de folhas de hortelã finamente fatiadas<br />
2 pimentas dedo-de-moça sem sementes finamente fatiadas<br />
5 colheres de azeite extravirgem<br />
Raspas de 1 tangerina<br />
Raspas de 2 limões taiti<br />
Suco de 2 limões taiti<br />
Sal e pimenta-do-reino a gosto</p>
<p><strong>E o que eu faço com tudo isso?</strong></p>
<p><span style="font-weight: bold;">Marinada</span><br />
Em um recipiente grande, junte todos os ingredientes da marinada, ajuste o sal e a pimenta. Reserve.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Churrasco</span><br />
Acomode os frutos do mar sobre a grade e vá virando-os e tirando da grelha conforme cheguem ao ponto – as conchas se abrirão quando estiverem prontas, os camarões, lagostins e lulas mudarão de cor e em geral ficam prontos em três minutos.<br />
Da grelha leve-os direto para a vasilha com a marinada, misture delicadamente e sirva-os imediatamente. Ficam perfeitos com pão fresquinho!</p>
<p><strong><span style="color: #990000;">Para variar</span><br />
</strong>Não tem churrasqueira? Se você mora em casa ou mesmo em apartamento e não tem medo de que os vizinhos chamem os bombeiros, pode improvisar – até chef de TV já fez dessas. Com um pouco de espaço, você pode dar um show para os convivas, fazendo o seguinte: use uma assadeira de metal funda e nela coloque o carvão, espere até que as brasas se formem e então coloque sobre ela a grade do seu forno. Pronto, você tem uma churrasqueira para grelhar os frutos do mar ou qualquer outro tipo de carne.</p>
<p><strong><span style="color: #990000;">Para impressionar</span><br />
</strong>O vinagrete está para o churrasco assim como o limão está para a caipirinha. E você não iria deixar faltar logo ele, não é mesmo?! Como o negócio aqui é sair do óbvio, você vai deixar os amigos de queixo caído com esta variação: pique cebola roxa, cheiro-verde, pimenta dedo-de-moça e, no lugar do tomate, use abacaxi, manga ou pêssego. Para temperar, substitua o vinagre pelo limão e finalize com azeite, sal e pimenta-do-reino. Não ficou assiiim&#8230; uma Brastemp?!</p>
<p><strong><span style="color: #990000;">Para se dar bem</span><br />
</strong>A magia do churrasco é que o aroma que toma conta do ambiente é um aperitivo do que vem pela frente. Para dar um upgrade nessa fumaça perfumada que deixa o ar impregnado, jogue algumas ervas frescas aromáticas, como alecrim, louro e tomilho, no carvão um pouco antes de colocar as carnes ou os frutos do mar na grelha. Primeiro você ganha os convidados pelo olfato, depois pelo paladar: o churrasco vai ficar com o gostinho das ervas.</p>
<p><strong><span style="color: #990000;">E para beber??</span><br />
</strong>Em ocasiões como essa, a bebida divide com a comida a responsabilidade de o evento ser um sucesso. Ou você nunca foi a um churrasco em que a cerveja estava quente e a caipirinha aguada? É tudo o que fica na memória, mesmo que a picanha estivesse derretendo de tão macia. Se você quer continuar nessa boa maré, aproveite que trocou a carne pelo camarão e sirva um delicioso clericot, uma sangria deliciosa de vinho branco. É leve, refrescante e combina que é uma maravilha com os frutos do mar.</p>
<p><strong>O que precisa?</strong><br />
1 garrafa de vinho branco seco<br />
1 pau de canela<br />
3 cravos-da-índia<br />
2 colheres (sopa) de açúcar<br />
4 rodelas de laranja<br />
½ xícara de abacaxi cortado em cubinhos<br />
½ xícara de pêssego em calda em cubinhos<br />
½ xícara de maçã gala cortada em cubinhos</p>
<p><strong><span style="color: #990000;">E o que eu faço com tudo isso?</span><br />
</strong>Misture tudo e deixe na geladeira por 30 minutos para que os sabores se misturem. Na hora de servir, adicione gelo!</p>
<p style="color: #990000;">Bônus: <strong>Farofa de pão italiano e limão-siciliano (rende 2 porções) </strong></p>
<p><strong>O que precisa?<br />
</strong>2 xícaras (chá) de pão italiano amanhecido esmigalhado com as mãos<br />
1 dente de alho fatiado finamente<br />
1 pimenta dedo-de-moça sem sementes fatiada<br />
½ limão-siciliano fatiado finamente<br />
3 colheres (sopa) de azeite de oliva<br />
1 colher (sobremesa) de folhas de tomilho<br />
Sal e pimenta-do-reino a gosto</p>
<p><strong><span style="color: #990000;">E o que eu faço com tudo isso?</span><br />
</strong>Aqueça uma frigideira antiaderente, unte levemente com azeite e doure as fatias de limão (um minuto de cada lado). Reserve. Na mesma frigideira, doure o alho no restante do azeite, junte o pão até que fique crocante, mexendo sempre. Junte, então, o tomilho, a pimenta e os limões grelhados. Está pronto para servir.</p>
<p>Consultoria: Letícia Massula, cozinhadamatilde.blogspot.com</p>

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		<title>Causa de Camarões</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 17:09:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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O nome pode soar bem estranho, mas o prato eu garanto, é uma delícia!!! Com vocês a Causa de Camarões, um dos pratos mais tradicionais do Perú!
Brastemp apresenta
Receitas que vão muito além da comida
Você pensa logo em tex-mex quando o assunto é comida latina? Bem, sem menosprezar tacos e burritos, nem precisamos ir tão longe [...]]]></description>
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<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fcozinhadamatilde.com.br%2F2009%2F08%2Fcausa-de-camaroes%2F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2F9wzVIh%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Causa%20de%20Camar%C3%B5es%22%20%7D);"></div>
<p>O nome pode soar bem estranho, mas o prato eu garanto, é uma delícia!!! Com vocês a Causa de Camarões, um dos pratos mais tradicionais do Perú!</p>
<p><span style="font-weight: bold; color: #990000;">Brastemp apresenta</span></p>
<p><span style="font-weight: bold; color: #990000;">Receitas que vão muito além da comida</span></p>
<p>Você pensa logo em tex-mex quando o assunto é comida latina? Bem, sem menosprezar tacos e burritos, nem precisamos ir tão longe para encontrar um exemplar cheio de frescor, de sutileza, de ingredientes tão inusitados e pratos surpreendentes. Fomos logo ali, na casa do vizinho, onde nasce o Rio Amazonas – isso mesmo, a gente divide o Amazonas com os gringos –, para mostrar com quantas colheres se faz cozinha latino-americana de primeiríssima qualidade e batemos na porta do Peru. É isso, essa é do Peru!</p>
<p><a rel="attachment wp-att-779" href="http://cozinhadamatilde.com.br/2009/08/causa-de-camaroes/leticia-10/"><img class="aligncenter size-large wp-image-779" title="leticia (10)" src="http://cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2009/08/leticia-10-500x332.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a><br />
<span style="font-weight: bold; color: #990000;">Sugestão do mês:</span></p>
<p><span style="font-size: 130%;"><span style="font-weight: bold; color: #990000;">Causa recheada com camarão (rende 1 porção)</span></span></p>
<p><span style="font-weight: bold; color: #990000;">O que precisa?</span></p>
<p>1 batata média cozida e amassada<br />
6 camarões médios branqueados<br />
1 ovo<br />
1 colher (sopa) de suco de limão<br />
1 pimenta-cumari amarela<br />
1 colher (sopa) de cebola roxa cortada em cubos<br />
1 colher (chá) de coentro<br />
½ pimenta dedo-de-moça em lâminas<br />
Azeite de oliva extravirgem<br />
Sal e pimenta-do-reino a gosto</p>
<p><span style="font-weight: bold; color: #990000;">E o que eu faço com tudo isso?</span></p>
<p><span style="font-weight: bold; color: #990000;">Massa</span><br />
Amasse a pimenta-cumari com limão e uma colher de azeite, incorpore a batata amassada, até que a massa fique homogênea.</p>
<p><span style="color: #990000; font-weight: bold;">Maionese</span><br />
Bata o ovo no liquidificador e acrescente azeite em fio até que adquira a consistência de maionese. Tempere com sal e pimenta-do-reino.</p>
<p><span style="font-weight: bold; color: #990000;">Recheio</span><br />
Fatie cinco camarões (reserve um), misture com a maionese, a cebola roxa e o coentro.</p>
<p><span style="color: #990000; font-weight: bold;">Montagem</span><br />
Com a ajuda de um aro de inox, faça uma camada da massa de batata, uma camada de recheio e sobre ela outra camada de batata. Enfeite com o camarão reservado, pimenta dedo-de-moça, pimenta-preta moída e folhas de coentro.</p>
<p><span style="font-weight: bold; color: #990000;">Para variar</span><br />
Se quando você ouve falar em Peru sua boca saliva só de pensar em ceviche, nós assinamos embaixo da escolha. Mas, para sair do óbvio e não deixar os convidados com gosto de déjà vu, saiba que cada país da América Latina come o ceviche como bem entende. No Chile, o peixe é marinado com limão e suco de uva, servido com fatias finas de alho e pimenta, mais hortelã e coentro. No México, é servido em taças com folhas de alface e biscoitos crocantes, ou até mesmo como recheio dos famosos tacos.</p>
<p><span style="font-weight: bold;"> </span><span style="color: #990000; font-weight: bold;">Para comentar</span><br />
Acredite se quiser, mas até meados do século 20 os peruanos não tinham o hábito de comer peixe. Logo eles, com aquele marzão – o Oceano Pacífico – ali ao lado oferecendo do bom e do melhor em termos de frutos do mar. Sabe aquele velho ditado de que em casa de ferreiro o espeto é de pau? Pois é&#8230; Tiveram que aparecer uns imigrantes japoneses em Lima e em outras cidades da costa para mostrar que o mar dali estava, sim, para peixe. Resumo da história: os japoneses entraram com o ingrediente principal e os peruanos com o tempero – na tradição inca, o sabor ácido das frutas já era misturado com cebola e pimenta para dar gosto às carnes. É aquela coisa: quando um chega com a fome e o outro com a vontade de comer, o resultado só pode ser assiiim&#8230; uma Brastemp!!</p>
<p><span style="color: #990000; font-weight: bold;">Para se dar bem</span><br />
Quando convidar os amigos, diga de cara para eles se prepararem para uma verdadeira experiência multicultural. A recém-descoberta gastronomia peruana faz tanto sucesso porque é fusion por natureza. Isso graças ao caldeirão de culturas que deu origem a essa cozinha que vem se tornando cada vez mais badalada. Colocaram na mesma panela as influências da civilização inca, das colônias chinesas e japonesas e da colonização espanhola. Chefs de cozinha do Peru estão ganhando o mundo, fazendo releituras de comidas tradicionais, adicionando o toque de haute cuisine que faltava. E você, está surfando nessa mesma onda de contemporaneidade?</p>
<p><span style="font-weight: bold; color: #990000;">E para beber?</span><br />
Você já provou o ceviche com o pisco*? Então está na hora de mudar o repertório. Uma bebida para lá de tradicional no Peru é a chicha morada, feita com milho roxo – e considerada sagrada pelos incas. Ela é fervida com cravo, canela e abacaxi. Leve, refrescante, é o par perfeito para a causa com camarões. Está difícil encontrar a chicha? Tente em empórios e lojas de importados.</p>
<p><span style="color: #990000; font-weight: bold;">* Receita do pisco</span><span style="font-weight: bold;"> </span><span style="color: #990000; font-weight: bold;">sour</span></p>
<p><span style="font-weight: bold; color: #990000;">O que precisa? (1 dose)</span><br />
2 doses de pisco?<br />
3 doses de suco de limão<br />
1 colher (chá) de açúcar<br />
1/4 de unidade(s) de clara de ovo?quanto baste de gelo (?????)<br />
<span style="font-weight: bold;"> </span><br />
<span style="color: #990000; font-weight: bold;">O que eu faço com tudo isso?</span><br />
Coloque todos os ingredientes no liquidificador e bata com gelo, com pouca velocidade. Ao servir, o copo deve ter 1/4 de espuma.</p>
<p>Consultoria: Letícia Massula, cozinhadamatilde.blogspot.com<br />
Foto: Cleiby Trevisan</p>

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		<title>Loca por ti, América!</title>
		<link>http://cozinhadamatilde.com.br/2009/08/loca-por-ti-america/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 16:48:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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Saiu ontem no Caderno Paladar do Estadão mais um publi da Brastemp, desta vez uma justa homenagem à comida latinoamericana, que, como diriam nossos companheiros espano-hablantes, é rica, riquíssima!
  Brastemp apresenta
Receitas que vão muito além da comida
Sugestão do mês:


Ceviche de robalo com sorbet de avocado (Peru)
Adivinhe de onde vem o menu para o jantar? [...]]]></description>
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<p>Saiu ontem no Caderno Paladar do Estadão mais um publi da Brastemp, desta vez uma justa homenagem à comida latinoamericana, que, como diriam nossos companheiros espano-hablantes, é rica, riquíssima!</p>
<p><span style="color: #990000;"> </span> <span style="font-weight: bold; color: #990000;">Brastemp apresenta</span></p>
<p>Receitas que vão muito além da comida</p>
<p><a href="http://cozinhadamatilde.files.wordpress.com/2009/08/leticia28329.jpg"><span style="font-weight: bold; color: #990000;">Sugestão do mês</span>:</a></p>
<p><a rel="attachment wp-att-775" href="http://cozinhadamatilde.com.br/2009/08/loca-por-ti-america/leticia/"><img class="aligncenter size-large wp-image-775" title="leticia" src="http://cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2009/08/leticia-500x332.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a><br />
<span style="font-size: 130%;"></span></p>
<p><span style="font-size: 130%;"><span style="font-weight: bold; color: #990000;">Ceviche de robalo com sorbet de avocado (Peru)</span></span></p>
<p>Adivinhe de onde vem o menu para o jantar? França, Itália, Grécia? Nada disso, muchacho! Isso é coisa de gente óbvia. O que a gente esquece é que logo aqui no quintal do vizinho há movimentos gastronômicos ganhando cada vez mais espaço, como a cozinha peruana, mais festejada nos Estados Unidos e Europa do que por nós, los hermanos! Mostre para os amigos que você é antenado com o mundo, que já superou o complexo de colônia e que é louco, sim, por ti, América!</p>
<p><span style="font-weight: bold; color: #990000;">O que precisa? (4 a 6 porções)</span></p>
<p>300 g de robalo cortado em tiras de 1,5 cm<br />
Suco (gelado) de 3 limões<br />
Suco (gelado) de uma laranja pêra<br />
1 colher (sopa) de azeite extravirgem<br />
1 colher (chá) de gengibre ralado<br />
1 colher (chá) pimenta dedo-de-moça sem semente fatiada<br />
2 avocatos<br />
1 cebolinha francesa picada<br />
Sal e pimenta-do-reino à gosto</p>
<p><span style="font-weight: bold; color: #990000;">E o que eu faço com tudo isso? </span><br />
Para começar, misture o linguado com a laranja e o suco de dois limões. Deixe marinar na geladeira coberto com filme plástico por uma hora. Retire o peixe da marinada (escorrendo o excesso de líquido) e misture delicadamente com o gengibre, o azeite e a dedo-de-moça. Ajuste o sal e a pimenta-do-reino.</p>
<p><span style="font-weight: bold; color: #990000;">Sorbet </span><br />
Passe o abacate com o suco de um limão pelo processador até obter uma mistura homogênea. Leve ao freezer até quase congelar, bata então a mistura com a ajuda de um fouet.<br />
<span style="font-weight: bold; color: #990000;"><br />
Montagem</span><br />
Disponha o ceviche em um prato, polvilhe com a cebolinha francesa. Disponha o sorbet sobre o ceviche e polvilhe com flor de sal e pimenta do reino moída na hora. Sirva imediatamente.<br />
<span style="font-weight: bold; color: #990000;"><br />
Para beber</span><br />
Ninguém vai discutir que uma boa pedida para acompanhar esse prato peruano é o pisco. A origem da bebida é disputada por Chile e Peru. Nós, que não vamos meter a colher na briga dos vizinhos, podemos saborear em paz essa deliciosa aguardente de uvas. Pura ou se preferir no famoso pisco sour (veja receita no site).</p>
<p><span style="color: #990000; font-weight: bold;">Para ouvir</span><br />
A música latino-americana é uma panela de pressão. E de lá sempre saem ritmos e misturas surpreendentes, assim como em nossa culinária. Um bom ingrediente para ferver qualquer encontro animado é o som contagiante dos Orishas, que têm raiz cubana e tempero de hip-hop. Tente Emigrante, um álbum cheio de ginga e de malícia, a cara da América Latina.</p>
<p><span style="font-weight: bold; color: #990000;">Para comentar </span><br />
E você aí, desavisado, que sempre torceu o nariz para tudo que é local, e acreditava que nós só temos bananas, vale saber: a banana é asiática, e a dupla dinâmica arroz e feijão é mezzo asiática mezzo grega, mas o tomate, a batata, o milho, o cacau, a pimenta e a quinoa são nossos! Puros sangue latinos americanos! Até o tomate, viu, Itália!</p>
<p><span style="color: #990000; font-weight: bold;">Para se dar bem</span><br />
Os seus amigos não sabem nada do Peru? Comece por Mario Vargas Llosa. Travessuras da Menina Má, o último romance do premiado escritor peruano, dizem, é levemente autobiográfico, e dá uma volta ao mundo. Proponha uma roda de histórias sobre o melhor prato que cada um comeu viajando. Comida é sempre um bom ponto de partida para lembrar das coisas boas da vida.</p>
<p>Foto: Cleiby Trevisan</p>

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		<title>Site da Brastemp: sopas</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 20:52:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Delivery]]></category>
		<category><![CDATA[No fogão]]></category>
		<category><![CDATA[Sopa de ego]]></category>
		<category><![CDATA[arroz]]></category>
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Brastemp apresenta: Receitas que vão muito além da comida  
Você sabe que os japoneses fazem quando acordam com muita fome? Ou quando abusam do saque e ficam para lá de Bagdá? Comem ochazuke. Que? Isso mesmo, uma sopa altamente nutritiva feita com arroz e chá verde. E como os japoneses também gostam de sair [...]]]></description>
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<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fcozinhadamatilde.com.br%2F2009%2F07%2Fsite-da-brastemp-sopas%2F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FbHhkLd%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Site%20da%20Brastemp%3A%20sopas%22%20%7D);"></div>
<p><span style="color: #990000; font-weight: bold;">Brastemp apresenta</span>:<span style="color: #990000; font-weight: bold;"> </span><span style="color: #990000; font-weight: bold;">Receitas que vão muito além da comida</span> <span style="color: #990000; font-weight: bold;"> </span></p>
<p>Você sabe que os japoneses fazem quando acordam com muita fome? Ou quando abusam do saque e ficam para lá de Bagdá? Comem ochazuke. Que? Isso mesmo, uma sopa altamente nutritiva feita com arroz e chá verde. E como os japoneses também gostam de sair do óbvio, cada um mistura na sua mistura o que dá na cabeça. Uns colocam salmão, outros colocam algas e por aí vai. É ao gosto do japonês. E uma coisa nós temos certeza, o ochazuke que preparamos para você, vai fazê-lo lamber o potinho de sopa até o final.</p>
<p><span style="color: #990000; font-weight: bold;"><a rel="attachment wp-att-782" href="http://cozinhadamatilde.com.br/2009/07/site-da-brastemp-sopas/sopas-14/"><img class="aligncenter size-large wp-image-782" title="sopas-(14)" src="http://cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2009/07/sopas-14-500x332.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a>Sugestão do mês</span></p>
<p><a href="http://cozinhadamatilde.files.wordpress.com/2009/07/sopas-281329.jpg"><img src="http://cozinhadamatilde.files.wordpress.com/2009/07/sopas-281329.jpg?w=300" border="0" alt="" /></a><span style="color: #990000; font-size: 130%;"><span style="font-weight: bold;">Shake* no Ochazuque (rende 1 porção)</span></span></p>
<p><span style="font-weight: bold; color: #990000;">O que precisa?</span><br />
1 xícara (chá) de arroz japonês<br />
1 xícara (chá) de chá verde quente<br />
1 colher (sopa) de arare (crispi de arroz japonês)**<br />
1 colher (sopa) de alga cortada em fatias finas**<br />
1 posta de salmão<br />
1 colher (sopa) de cebolinha verde fatiada<br />
Wasabi a gosto</p>
<p><span style="font-weight: bold; color: #990000;">E o que eu faço com isso agora?</span><br />
Primeiro cozinhe o arroz em água e sal, passe pelo escorredor para eliminar a água do cozimento. Reserve. Unte uma frigideira antiaderente com óleo de gergelim e grelhe o Salmão (3 minutos de cada lado). Em uma cumbuca japonesa, coloque o arroz, sobre ele o salmão grelhado, o arare, nori, cebolinha verde e wasabi. Regue com o chá verde quente. Sirva imediatamente.</p>
<p>* Salmão<br />
** em empórios japoneses você pode encontrar misturas prontas para ochazuque com arare e nori</p>
<p><span style="color: #990000; font-weight: bold;"> </span> <span style="color: #990000; font-weight: bold;">Para variar</span><br />
Você pode acrescentar outras coberturas para seu ochazuque, entre elas, umeboshi (ameixa salgada em conserva), daikon (conversa de nabo), tsukemono (picles japonês) sementes de gergelim torrada, flocos de bonito defumado, peixe branco, atum&#8230; Saia do óbvio e dê asas a sua imaginação!</p>
<p><span style="font-weight: bold; color: #990000;"> </span> <span style="font-weight: bold; color: #990000;">Para não escorregar na etiqueta</span><br />
Com o ochazuke, você vai usar as duas mãos para beber o líquido, mas precisa de talheres para comer a parte sólida. Você pode oferecer garfo e faca para os amigos menos jeitosos, que só se atrapalham com o hashi. Afinal, a gente nasceu do lado de cá do mundo. Mas você pode dar uma mãozinha para os que  precisam de dicas para usar o hashi. Segure sempre do meio para cima, nunca na parte inferior. Nem pense em chupar a ponta do hashi, como se fosse um talher tradicional. Quando não estiver comendo, descanse o hashi e não fique gesticulando com eles na mão – apontar o hashi para alguém é mais ou menos como palitar os dentes. Ou seja, total falta de educação.</p>
<p><span style="font-weight: bold; color: #990000;"> </span> <span style="font-weight: bold; color: #990000;">Para se dar bem</span><br />
Sabe aquela toalhinha branca que você recebe nos restaurantes japoneses? Você pode fazer o mesmo em casa para deixar a recepção ainda mais calorosa. Coloque na água quente um pouquinho de amaciante, o cheirinho vai desacelerar o mais acelerado e deixar os convidados cheios de apetite. No Japão, para você ter uma ideia, a toalhinha é usada antes da refeição para limpar o rosto inteiro. Que tal seguir a tradição de lá?</p>
<p><span style="color: #990000; font-weight: bold;">E para beber?</span><br />
Você já vai beber por tabela o tradicional chá verde usado no preparo da sopa. E também está careca de saber o que é saquê. Então, vamos sair do óbvio e experimentar algo diferente? Bem, pelo menos diferente para os ocidentais. Sirva shochu – a pronúncia é chô-tchu. Essa bebida, conhecida como vodca japonesa, pode ser destilada a partir de vários ingredientes, como batata doce, milho, beterraba, arroz, açúcar mascavo, cana e etc. Desde 2003 já temos a nossa versão nacional, produzida em Mogi das Cruzes, interior de São Paulo, feita com mandioca orgânica. É o legítimo shochu brasileiro. A gente não é mole, não, hein?</p>
<p>Consultoria: Letícia Massula, cozinhadamatilde.blogspot.com</p>

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