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	<title>Cozinha da Matilde &#187; Penso, logo como!</title>
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		<title>Quem não tem namorado, caça com&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 01:51:42 +0000</pubDate>
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<p>Assim como embarcamos (mesmo que involuntariamente) no espírito natalino no final do ano, é batata: mesmo nos solteiros mais convictos bate uma certa melancolia quando se aproxima o dia dos namorados.</p>
<p>E não é prá menos. À medida em que a data se aproxima, para qualquer lado que a gente olha tem alguém nos lembrando que o amor está (ou pelo menos deveria estar) no ar! Uma verdadeira conspiração que se agrava com o friozinho do inverno, que insiste em nos alertar a falta que faz um cobertor de orelha!</p>
<p>É bem verdade que no domingo todo este banzo será passado e um novo e promissor ano (e dá-lhe Santo Antonio de cabeça prá baixo, afogado, vilipendiado&#8230;) se iniciará para os solteiros de plantão. Mas antes da redenção do domingo ainda há o dia D para enfrentar, um longo e frio sábado com restaurantes lotados e pombinhos arrulhando a cada esquina&#8230; O que fazer?</p>
<p>Bem, vc pode se esconder em casa, alugar uma pilha de filmes nada românticos e assistí-los na companhia de kilos de chocolate, ou  se jogar em uma das muitas baladas prá solteiros que sempre rolam no dia 12. Pode também convocar outras pessoas na mesma situação para uma manifestação pública de repúdio ao mito do amor romântico&#8230;</p>
<p>Mas a minha dica, como não poderia deixar de ser, passa pela cozinha. Afinal de contas, quem cozinha seus males espanta! Convoque os amigos solteiros para uma comida coletiva e quentinha. Mesa farta e casa em festa na veia!</p>
<p>E quando eu penso em comida coletiva, além do clássico fondue,  sempre me lembro de ativar a minha Gengis Khan. Explico: Gengis Khan é uma espécie de churrasqueira coreana, onde cada conviva faz sua própria comida e a refeição se transforma em um verdadeiro ritual com os amigos cozinhando e proseando em volta do fogo.</p>
<p>Foi o que fizemos em nosso ultimo final de semana na praia, um casal de amigos foi nos visitar, tava friozinho, chuvoso, armamos a gengis na varanda, e entramos madrugada afora nos deliciando com vegetais e camarões grelhados e depois imersos em molhinhos caprichados.</p>
<p>A foto não está das melhores já que <a href="http://diapositivo.wordpress.com/">Santa Gabi Butcher</a> não estava na área, mas dá prá entender o conceito. Ficou com vontade? Vamos ao <em>modus operandi</em>:</p>
<h3><a rel="attachment wp-att-749" href="http://cozinhadamatilde.com.br/2010/06/quem-nao-tem-namorado-caca-com/cm-fx1-web-2/"><img class="aligncenter size-large wp-image-749" title="CM FX1 Web" src="http://cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2010/06/CM-FX1-Web1-500x333.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></h3>
<h3><strong>Churrasco na Gengis khan</strong></h3>
<p>Primeiro o mais difícil: vc tem que adquirir a sua gengis khan, eu comprei a minha e outras duas que dei de presente a amigos na Rua Paula Souza. Nem sempre eles conhecem por este nome, mas se vc der uma boa olhada na sessão de panelas de ferro com certeza vai encontrar uma. Não constumam custar muito caro não, a ultima que comprei, com 3 chapas (uma reta vazada, uma reta lisa e a que está na foto) custou R$ 180,00.</p>
<p>Você pode usar iscas de carne ou frutos do mar como proteína, e pode também fazer a versão vegetariana se for o caso. Eu usei camarões fresquinhos já que estava na praia.</p>
<p>Os legumes também são ao gosto do freguês. Costumo usar berinjela, abobrinha, tomatinhos cereja, cebola, ervilha torta, quiabo, jiló, brócolis, pimenta cambuci&#8230; o que encontro de bonito no sacolão. Outra coisa que não pode faltar são cogumelos, em especial shitake e shimeji que ficam incríveis.</p>
<p>A berinjela, abobrinha e jiló vc corta em lâminas de mais ou menos 0,5 cm. A cebola em rodelas, o brócoli e o shimeji vc separa em pequenos buquês, o shitake, a ervilha torta e os tomatinhos devem ser usados inteiros. O quiabo deve ser partido ao meio no sentido do comprimento, o mesmo com a pimenta cambuci.</p>
<p>Na parte de baixo da gengis (que nada mais é que uma panela) forme um braseiro com carvão. Sobre ele coloque a chapa.</p>
<p>Unte a chapa com portentosos nacos de bacon e no caso de vegetarianos, substitua o bacon por manteiga ou azeite de oliva.</p>
<h3><strong>Os molhinhos</strong></h3>
<p>Costumo fazer 3 molhinhos que adoro:</p>
<p>1- Shoyo com limão &#8211; 1/2 xícara (chá) de shoyo, suco de um limão, duas dedos de moça fatiadas e uma colher de gengibre fatiadinho.</p>
<p>2- Prik Nam Plaa &#8211; 3 colheres de nampla*, duas malaguetas picadinhas, suco de uma limão, 2 colheres de açucar de palma*</p>
<p>3 &#8211; Maracujá &#8211; polpa de um maracujá (com sementes), 2 colheres de azeite, suco de meio limão, cebolinha verde em Lâminas, sal e pimenta do reino à gosto.</p>
<p>* encontrados em empórios orientais</p>
<h3><strong>Como faz?</strong></h3>
<p>Eu gosto de posicionar a gengis khan no chão e espalhar esteiras para que as pessoas se sentem em volta. Os ingredientes vão em potinhos ou pequenas travessas, assim como os molhinhos, o bacon e a carne escolhida.</p>
<p>Braseiro formado, chapa posicionada, comece com um generoso naco de bacon que deverá ser colocado no topo da chapa (como na foto) e lentamente soltará sua gordura deixando-a devidamente untanda, prontinha para receber os demais ingredientes.</p>
<p>Cada convidado deverá estar munido de um hashi e daí prá frente é só alegria, cada um escolhe o que quer comer, coloca na chapa até o ponto de sua preferência, passa pelo molhinho escolhido e assim até o último ingrediente ou ultimo conviva&#8230; e o bom é que a brincadeira dura horas, rende bons papos e muita alegria&#8230; quando vc se der conta já é domingo e dia dos namorados de novo só no ano que vem!</p>
<p><span style="color: #008000;">PS- E prá você que tem namorado, preparei para o UOL um <a href="http://receitas.uol.com.br/ultimas-noticias/2010/06/11/chef-ensina-a-preparar-jantar-sofisticado-em-apenas-60-minutos.jhtm">Menu Sem Stress</a> para impressionar a cara metade sem ficar horas na cozinha pilotanto do fogão. Este com fotos primorosas da Gabi!</span></p>

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		<title>A Loura e a Diaba &#8211; Harmonização de costelinha thai e Steenbrugge Blond</title>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 13:24:43 +0000</pubDate>
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Eu e a Gabi Butcher combinamos de fotografar o prato que fiz para a harmonização de comida e cerveja da BierBoxx. O que não poderíamos imaginar era que a sessão de fotos viraria um delicioso encontro de amigos em volta da mesa!
O Celso da BierBoxx e  a Biti Averbach compareceram para palpitar e fazer um [...]]]></description>
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<p><a rel="attachment wp-att-681" href="http://cozinhadamatilde.com.br/2010/05/a-loura-e-a-diaba/cozinhamatilde_-021/"><img class="alignleft size-large wp-image-681" title="As diabas by Gabi Butcher" src="http://cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2010/05/CozinhaMatilde_-021-500x333.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a>Eu e a <a href="http://diapositivo.wordpress.com/">Gabi Butcher</a> combinamos de fotografar o prato que fiz para a harmonização de comida e cerveja da <a href="http://www.bierboxx.com.br/home">BierBoxx. </a>O que não poderíamos imaginar era que a sessão de fotos viraria um delicioso encontro de amigos em volta da mesa!</p>
<p>O Celso da BierBoxx e  a <a href="www.modasemfrescura.com">Biti Averbach</a> compareceram para palpitar e fazer um delivery chicoso! Drew foi convidado como especialista em pimenta, <a href="http://graell.blogspot.com/">Bruno</a> pela carioquice e experiência de copo e Rebequita para alegrar a trupe! Surpresa de ultima hora foi a visita da realeza: <a href="http://www.lareinamadre.com.br/">Dê Barros </a>veio se aconchegar na Matilde e pegou a casa literalmente em festa.</p>
<p>E só poderia terminar em festa uma história que já começou bacana! Quando recebi o convite, adorei a idéia da BierBoxx sob a curadoria da <a href="http://www.cozinhadeideias.com/">Ana Franco</a> de harmonizar comida e cerveja. Logo passei a matutar o que iria sair das panelas&#8230; de cara pensei em contrastes, frescor, pimenta e aromáticos&#8230; que sempre levam ao oriente e à pergunta: como se sairia um prato oriental multiaromático com cerveja? E que cerveja?</p>
<p>Uma coisa leva a outra e cerva chama mesa de bar&#8230; logo o prato deveria também ter a bossa e a versatilidade da comida de boteco&#8230; daí que descambei sem pudor nem piedade para o sabor e untuosidade de suculentas costelinhas de porco na ripa, para comer com as mãos e lamber os dedos! E o toque thai foi dado pelo curry verde em que as bichinhas foram marinadas.</p>
<h3>Casal que divide o pão harmoniza a cerva!<a rel="attachment wp-att-688" href="http://cozinhadamatilde.com.br/2010/05/a-loura-e-a-diaba/cozinhamatilde_-067/"><img class="alignright size-large  wp-image-688" title="A loura By Gaby Butcher" src="http://cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2010/05/CozinhaMatilde_-067-500x333.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></h3>
<p>Quando eu e o Má conversamos sobre a harmonização, optamos por seguir mesmo na linha dos contrates. Nosso plano gustativo levaria as pessoas primeiro à doçura da carne caramelizada, seguida pela pimenta potencializada pelo toque cítrico e de gengibre do curry. A deixa para cerveja, que comparece neste exato momento com o frescor na medida para conter o incêndio. O que queríamos mesmo saber ao final era o gosto que restaria na boca.</p>
<p>A escolha do Má não poderia ser mais perfeita: uma <a href="http://www.wikibier.com.br/artigo/steenbrugge-blond">Steenbrugge Blond. </a>Como o próprio nome diz, loura, deliciosa para o calor e encorpada com uma mistura sutil de herbal Bruges (gruit).</p>
<p>Como o curry foi feito bem à moda <em>da casa</em> thai <em>(leia-se: sem nenhuma moderação na pimenta)</em>, foi divertido observar a diaba da capsaicina em ação, dando o alerta de incêndio ao cérebro, que se desmanchou todo em endorfina e se esbaldou no sabor leve e refrescante da loura.</p>
<p>A sensação foi de banho de mar no céu da boca e no finalzinho perfume leve de coco do açúcar de palma e um divertido e refrescante gengibre no topo da língua!</p>
<p><strong>Ficou com vontade?</strong></p>
<h3>Costelinhas de porco no curry verde thailandês<a rel="attachment wp-att-689" href="http://cozinhadamatilde.com.br/2010/05/a-loura-e-a-diaba/cozinhamatilde_-068/"><img class="aligncenter size-large wp-image-689" title="Costelinhas thai by Gabi Butcher" src="http://cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2010/05/CozinhaMatilde_-068-500x333.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></h3>
<p><strong>Ingredientes </strong></p>
<p>3 k de costelinhas, 3 xicaras de ervilhas tortas, 3 c. sopa de julienne de gengibre, 3 c. sobremesa nam pla*, 4 c. sopa de açucar de palma*.</p>
<p><strong>Curry verde &#8211; </strong>10 dedos de moça, 2 malaguetas verdes, 2 c. sopa talos de cebolinha verde, 2 dentes de alho, 1 c. sopa de gengibre em cubos, 2 folhas de lima kafir *, 2 c. sopa de talos de coentro, 1 c. sopa talos de capim limão, 1 c. sopa de manjericão, 1 c. chá de pasta de camarão*, 3 c. sopa de limão, raspas de 1 limão, 1 c. chá de sementes de coentro e 1 c. chá pimenta branca em grão -  Socar tudo no almofarriz até virar uma pasta homogênea. Marinar as costelinhas nesta pasta por pelo menos 2 horas.</p>
<p><strong>Guarnição &#8211; </strong>folhas de majericão, hortelã, coentro, cebolinha verde  e lâminas de pimenta dedo de moça &#8211; manter em água gelada até o momento de servir.</p>
<p><em>* Ingredientes thailandeses, encontrados em empórios orientais, em especial no Bairro da Liberdade, em São Paulo.</em></p>
<p><strong>Faz assim, ó:</strong></p>
<p><strong><a rel="attachment wp-att-690" href="http://cozinhadamatilde.com.br/2010/05/a-loura-e-a-diaba/cozinhamatilde_-005-2/"><img class="alignright size-large wp-image-690" title="Aromas da Thailândia by Gabi Butcher" src="http://cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2010/05/CozinhaMatilde_-0051-500x333.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></strong></p>
<p>Dissolver o açucar de palma no nam pla.</p>
<p>Retire as costelinhas da marinada, remova o excesso. Reserve o remanescente.</p>
<p>Em uma panela de fundo grosso (de preferência de ferro esmaltada), previamente aquecida, doure as costelinhas em um fio de óleo de canola, 2 colheres de óleo de gergelim e uma colher da juliene de gengibre. Quando começarem a “pegar” no fundo da panela, formando uma rapa cor de caramelo, regue com duas colheres do nam pla com açucar de palma, espere reduzir e junte 1 copo americano de água.</p>
<p>Com a ajuda de uma pinça, aproveite a água e “limpe” o fundo da panela com os pedaços de costela, virando cada um. Espere que novamente “peguem” no fundo, regue com 1 colher do curry, o restante do nam pla com açúcar, mais um copo americano de água e assim sucessivamente, lenta e pacientemente. Sempre espere reduzir o liquido acrescentado para aproveitar a cor e o sabor da caramelização.</p>
<p>Quando as costelinhas estiverem macias, regue com uma última colher de curry, espere reduzir e então junte o restante da juliene de gengibre, as ervilhas tortas e salteie por 3 minutos. Finalize com uma porção generosa das ervas da guarnição.</p>
<p>Sirva com arroz thai jasmim, salada de manga com ervas aromáticas e molho Prik Nam Plaa (de peixe com malaguetas).</p>
<p>PS- Ficaram muito gostosas as costelinhas, mas as fotos da Gabi deixam tudo muito mais saboroso e com vontade de quero mais! <img src='http://cozinhadamatilde.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<h3>E ai, gostou?</h3>
<p><strong><a rel="attachment wp-att-679" href="http://cozinhadamatilde.com.br/2010/05/a-loura-e-a-diaba/tag_02-150/"><img class="alignleft size-full wp-image-679" title="tag_02-150" src="http://cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2010/05/tag_02-150.png" alt="" width="150" height="192" /></a></strong></p>
<p>Este post faz parte do especial <a title="campanha Cerveja e Comida -   Harmonização de Cervejas Especiais. Iniciativa Bierboxx e Botecagem." rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://blogbier.com.br/cerveja-e-comida/" target="_blank">Cerveja   e  Comida &#8211;  Harmonização de Cerveja Especial</a>, uma iniciativa <em>Bierboxx</em> e <a title="Cultura de boteco, informação sobre bons bares, boa cerveja  e  bons petiscos" rev="vote-for" href="http://botecagem.com.br/" target="_blank">Botecagem</a> com curadoria da chef  Ana Franco (Cozinha   de Ideias). Onde diversos blogs e sites oferecem dicas de  harmonizações perfeitas de cervejas especiais, artesanais e importadas  com o melhor da gastronomia e culinária toda semana. Acompanhe!</p>
<h3><strong>Quer outras sugestões?</strong></h3>
<ol>
<li><a title="Cerveja e Comida - Harmonização de Colorado Indica e Ceviche Fusion" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://blogbier.com.br/cerveja-e-comida-harmonizacao-de-colorado-indica-e-ceviche-fusion/">Harmonização de Colorado Indica e Ceviche Fusion</a>.<br />
Por Ana Franco. No <a title="Blogbier - Cerveja importada, especial, artesanal e cultura cervejeira. Blogbier." rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://www.blogbier.com.br/">Blogbier</a>.</li>
<li><a title="Cerveja e Comida - Harmonização de cerveja importada Guinness Draught e Costelinha Suína " rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://botecagem.com.br/2010/04/harmonizacao-de-guinness-e-costelinha-suina/">Harmonização de Guinness Draught e Costelinha Suína</a>.<br />
Por Biso. No <a title="Botecagem. Cervejas, Acepipes, amigos e cultura de boteco." rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://www.botecagem.com.br/">Botecagem</a>.</li>
<li><a title="Harmonização de Brigadeiro e cerveja artesanal Colorado Demoiselle, por Ana Franco, no Gourmet Update" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://gourmet.updateordie.com/bebidas/2010/04/cerveja-e-comida-harmonizacao-de-colorado-demoiselle-e-brigadeiro/">Brigadeiro e Cerveja Colorado Demoiselle</a>.<br />
Por Ana Franco. No <a title="Gourmet Update" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://gourmet.updateordie.com">Gourmet Update</a>.</li>
<li><a title="Cerveja e Comida - Dicas básicas de Harmonização da Abradeg" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://blogbier.com.br/cerveja-e-comida-dicas-basicas-de-harmonizacao-da-abradeg/">Dicas básicas de Harmonização da Abradeg</a>.<br />
Por Equipe Agradeg. No <a title="Abradeg - Associação Brasileira de Degustadores de Cerveja" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://abradeg.blogspot.com/">Blogbier</a>.</li>
<li><a title="Cerveja e Comida - a experiência e a memória gastronômica" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://blogbier.com.br/cerveja-e-comida-dicas-basicas-de-harmonizacao-da-abradeg/">A experiência e a memória gastronômica</a>.<br />
Por Celso Bessa. No <a title="Celso Bessa - Post Its rev=" hreflang="pt-br" href="http://celsobessa.wordpress.com/">Post Its</a>.</li>
<li><a title="Cerveja e Comida - Harmonização Fuller's Honey Dew com Tartar Refrescante, no blog Cozinha Pequena." rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://cozinhapequena.com/?p=2838">Harmonização Fuller&#8217;s Honey Dew com Tartar Refrescante</a>.<br />
Por Leandro Gonçalves. No <a title="Cozinha Pequena. Blog sobre gastronomia." rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://cozinhapequena.com/">Cozinha Pequena</a>.</li>
<li><a title="Cerveja e Comida - Harmonização de Baden Baden 1999 e Azeitonas em Crosta de Parmesão" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://www.cozinhadeideias.com/2010/05/cerveja-e-comida-harmonizacao-de-baden.html">Harmonização de Baden Baden 1999 e Azeitonas em Crosta de Parmesão</a>.<br />
Por Ana Franco. No <a title="Cozinha de Ideias. Blog sobre gastronomia da chef Ana Franco" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://www.cozinhadeideias.com/">Cozinha de Ideias</a>.</li>
<li><a title="harmonização de cerveja (ou, novas nuances de uma velha conhecida)" href="http://digamaria.com.br/archives/1546">Harmonização de Baden Baden Golden Ale com Canapés de Queijo de Cabra e Geléia de Cereja + harmonização com Spaghetti com Frutos do Mar</a>.<br />
Por Maria Capai, no blog <a title="Diga Maria!" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://www.digamaria.com.br">Diga, Maria!</a></li>
<li><a title="A Loura e a Diaba" href="http://cozinhadamatilde.com.br/2010/05/a-loura-e-a-diaba/">A Loura e a Diaba &#8211; Harmonização Costelinha Thai e Steenbrugge Blond</a>.<br />
Por Letícia Massula, na <a title="Cozinha da Matilde" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://www.cozinhadamatilde.com.br">Cozinha da Matilde</a>.</li>
<li><a href="http://pratofundo.com/tagliatelle-ao-camarao-alho-negro-harmonizado-com-petra-aurum/">Tagliatelle ao Camarão &amp; alho negro com Petra Aurum.</a> Por Vitor Hugo, no <a href="http://pratofundo.com/">Prato Fundo.</a></li>
</ol>
<h2>Tagliatelle ao Camarão &amp; Alho Negro</h2>
<h3 id="proximos-convidados">Próximos Convidados</h3>
<ul>
<li><a title="Sem Medida" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://semmedida.blogspot.com">Sem Medida</a></li>
<li><a title="Abradeg" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://abradeg.blogspot.com">Abradeg</a></li>
<li><a title="Braun Café" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://www.brauncafe.com.br">Braun Café</a></li>
<li><a title="Mixirica.com.br - " rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://www.mixirica.com.br">Mixirica.com.br</a></li>
<li><a title="Boa de Garfo" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://www.boadegarfo.com">Boa de Garfo</a></li>
</ul>

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		<title>Praianas – crônicas de um fogão pequeno</title>
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		<pubDate>Tue, 11 May 2010 18:16:46 +0000</pubDate>
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Depois de nossas duas ultimas viagens a Paraty concluímos que, após 10 anos de idas e vindas, a cidade que elegemos como nosso porto alegre não nos queria mais. Ficamos sem chão, sem praia e sem o nosso entardecer favorito no Morro do Forte&#8230; mas como portas fechadas via de regra carregam consigo janelas abertas, [...]]]></description>
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<p>Depois de nossas duas ultimas viagens a Paraty concluímos que, após 10 anos de idas e vindas, a cidade que elegemos como nosso porto alegre não nos queria mais. Ficamos sem chão, sem praia e sem o nosso entardecer favorito no Morro do Forte&#8230; mas como portas fechadas via de regra carregam consigo janelas abertas, acabamos desembocando no Sahy pelas mãos de dois amigos queridos. A afinidade foi tanta, que desde o mês passado somos os felizes inquilinos de uma simpática casinha no morro, escondida no meio de um jardim lindo, há alguns metros do mar&#8230;</p>
<p>Quando assumimos a casa, minha primeira idéia (como não poderia deixar de ser) foi equipar a pequena cozinha, afinal de contas, eu não iria ficar ali cozinhando naquele fogãozinho 4 bocas em panelinhas mínimas&#8230;</p>
<p>Enquanto os equipamentos novos não chegam, comecei a me virar com o fogãozinho e as panelinhas disponíveis&#8230; e por incrível que pareça, me encantei! Isso mesmo, depois de 9 anos cozinhando no meu Couraçado Dako velho de guerra e em panelas enormes, amei voltar a uma cozinha normal, com um fogão normal e panelas normais!</p>
<p>Baixou a nostalgia e me diverti às pampas cozinhando como eu cozinhava antes, na cozinha apertadinha, com outro timing, uma taça de vinho, um dedo de prosa e muitos beijinhos entre um preparo e outro. E no fim das contas, fico aqui me perguntando: como pude ficar longe disso tudo?</p>
<p>A empolgação foi tanta que resolvi abrir um espacinho aqui para contar as aventuras e receitas praianas. E como este finde foi produtivo (dias nublados = muita comida), segue uma primeira leva de receitinhas executadas em uma cozinha bucólica e cheia de bossa&#8230;</p>
<h3>Bolo de chocolate recheado com doce de nozes</h3>
<p><a rel="attachment wp-att-665" href="http://cozinhadamatilde.com.br/2010/05/praianas-%e2%80%93-cronicas-de-um-fogao-pequeno/img_0300/"><img class="aligncenter size-large wp-image-665" title="IMG_0300" src="http://cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2010/05/IMG_0300-500x333.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a>O segredo deste bolo é a qualidade do chocolate! Não é frescura não, faz toda a diferença usar um cacau 100% e de boa qualidade para a massa&#8230; e para a cobertura também, usei chocolate 70,4% da Callebaut &#8211; e não precisa ficar achando que custa uma fortuna porque não custa não -  um saco com 2,5k sai por R$ 80,00, ou seja, R$ 32,00 o quilo (1k de meio amargo da Garoto sai por R$ 29,80), e para uso domestico 2,5k dura uma eternidade&#8230;</p>
<p>Fiz um pão-de-ló de chocolate e depois de pronto fatiei a massa em 3 discos, cada um deles eu recheei com o doce de nozes: 1 lata de leite condensado, 100 g de nozes moídas, 1 colher de manteiga sem sal, 2 gemas e 1 colher de conhaque.</p>
<p>Para a cobertura uma ganache, que faço na proporção 1 para 1, ou seja, 200 g de creme de leite fresco para 200 g de chocolate – basta ferver o creme de leite e jogá-lo sobre o chocolate já picado, mexendo até ficar homogêneo.</p>
<h3>Fusili com berinjela e calabresa</h3>
<p><a rel="attachment wp-att-666" href="http://cozinhadamatilde.com.br/2010/05/praianas-%e2%80%93-cronicas-de-um-fogao-pequeno/img_0312-2/"><img class="alignleft size-large wp-image-666" title="IMG_0312" src="http://cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2010/05/IMG_0312-333x500.jpg" alt="" width="333" height="500" /></a>Se vc sabe onde comprar bons ingredientes, considere meio caminho andado para um bom prato! Este aí me custou pouco esforço!</p>
<p>No caminho para a praia passamos pela Padaria Italianinha, na Rua 13 de maio e compramos um pacote de fusili fresco e um pote da berinjela assada (que comemos com pão no primeiro dia) que juntou-se a uma lingüiça calabresa apimentada curada e virou prato principal.</p>
<p>Comece com 2 dentes de alho em cubos mínimos salteados no azeite, junte uma porção generosa de lâminas de calabresa curada&#8230; mais uma salteadinha, junte 2 tomates sem pele e sem semente cortados em cubos mínimos (concassé). Mais 3 minutinhos e junte a beringela. Ajuste o sal, finalize com folhas de salsinha e sirva com o fusili ao dente!</p>
<h3>Por fim&#8230; Refogadinho de camarão com 4 pimentas</h3>
<p>Comprei o camarão fresquinho na peixaria do Sahy, pedi para limparem à moda paulista (mantendo a casca mas retirando as vísceras e cabeça). Salteie no azeite dois dentes de alho e laminas finas das pimentas dedo-de-moça, habanero, jalapeño e bode. Junte dois tomates concassé e por fim os camarões (por apenas 4 minutinhos), finalize com salsinha e cebolinha e sirva com arroz branco fresquinho e saladinha de verdes&#8230;</p>
<p>Esta última eu vou ficar devendo foto, confesso que nesta altura do campeonato comecei a achar muito freak fotografar cada prato que comíamos!</p>

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		<title>Nas alturas</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 13:54:37 +0000</pubDate>
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A ultima quinta feira foi o dia de superar medos e limites!
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<p><a rel="attachment wp-att-635" href="http://cozinhadamatilde.com.br/2010/04/nas-alturas/aaaaaaaaaaaaaaaaaa/"><img class="aligncenter size-large wp-image-635" title="aaaaaaaaaaaaaaaaaa" src="http://cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2010/04/aaaaaaaaaaaaaaaaaa-500x375.jpg" alt="By Brastemp Dinnerinthesky" width="500" height="375" /></a>A ultima quinta feira foi o dia de superar medos e limites!</p>
<p>Meus queridos amig@s Débora e Leandro, do <a href="http://cozinhapequena.com/">Cozinha Pequena,</a> participaram de um concurso de menus para o <a href="http://www.dinnerinthesky.com.br/brastemp/home.htm">Dinner in the Sky da Brastemp,</a> levaram o primeiro prêmio e com ele o direito a uma nova subida com 22 amig@s que teriam o privilégio de experimentar em primeira mão o menu campeão! E eu fui premiada por estar entre o seleto grupo dos 22.</p>
<p>Depois de toda esta deferência, como eu iria explicar aos dois que agradecia o convite, mas não iria porque tenho paúra de altura? De mais a mais, que medo pode ser maior que compartilhar alegrias com amigos? Afinal de contas, sou uma mulher ou um prato de papa?</p>
<p>Isso posto, lá fui eu munida de fiapos de coragem, acreditando que ficaria extasiada com a vista e confortada pela comida e companhia&#8230; Mas, a medida que subia, meu medo atingia índices alarmantes&#8230; e eu durona (<em>pero no mucho</em>), firme no propósito de não amarelar! Queria mesmo enfrentar este medo que me acompanha há tanto tempo&#8230; me sentir livre e capaz de fazer coisas que nem em pensamento imaginei fazer.</p>
<p>E porque estou contando tudo isto? Alem do fato de ter vivido a experiência em volta de uma mesa farta, a aventura toda me fez refletir sobre um tema que há tempos quero falar: restrição alimentar!</p>
<p>Para quem, como eu, vive pensando em comida, nada é mais triste que alguém com restrição alimentar. Vira e mexe me pego pensando: como assim, passar a vida privado da delicadeza de um fruto do mar? Do frescor de uma folha verde? De toda a história e cultura quem vêm junto com um portentoso prato de sarapatéu&#8230;</p>
<p>Não estou falando sobre pessoas que, por questões ideológicas, não comem determinado alimento, tampouco das que provaram alguma coisa e não gostaram. Estou falando das que nunca experimentaram e dizem de cara que não gostam, que não comem!</p>
<p>O assunto tem tudo a ver com superação. Nossos pré-conceitos de qualquer natureza, entre eles os alimentares, estão ali, juntinho com nossos medos. Todos eles criados em algum momento de nosso processo de interação com o mundo. Não nasceram com a gente, mas com o passar do tempo ficam tão arraigados que  não acreditamos mais em viver sem eles. E assim vamos nos tolhendo e privando de sensações dia após dia&#8230;</p>
<p>E no fim das contas, basta a vida da gente para nos impor limites, não é? Pensa aí em tudo que você gostaria de fazer e que até hoje não teve oportunidade, tempo ou grana&#8230; essas são fáceis, não é? Pensa agora nas oportunidades de romper limites e pré-conceitos que você deixar passar batido todos os dias&#8230;</p>
<p>Para não me alongar (ainda mais) vou me restringir ao tema do blog: o pão nosso de cada dia! Talvez você ainda não tenha tido a oportunidade de participar de um jantar nas alturas, como eu tive, nem de experimentar trufas negras&#8230; mas deixa passar todos os dias a oportunidade de experimentar uma série de alimentos, modos de preparo e tipos de cozinhas incríveis por pura acomodação aos sabores que você, há muito tempo, decidiu que gostava!</p>
<p>Diz aí, por onde anda seu espírito aventureiro, sua curiosidade? Quantas vezes ao longo da vida você repetiu o mantra: Não gosto de jiló,  nem de quiabo! &#8211;  sem nunca ter experimentado nenhum dos dois?</p>
<p>Para quem mora em Sampa: já foi a feira dos bolivianos que acontece aos domingos no Pari? Já experimentou o churrasco coreano servido em inúmeras casas no Bom Retiro? Já deu uma volta pelo quarteirão de casas do norte em frente ao Largo da Concórdia, no Brás? Já se entregou aos prazeres da comida do sertão pernambucano pelas mãos do Rodrigo, no Mocotó? Isso sem falar nas portinhas da Liberdade e nos empórios libaneses na 25 de Marco&#8230; apenas uns poucos exemplos e você deu a volta ao mundo de metrô!</p>
<p>A conversa dá pano prá manga, mas o que eu quero mesmo com este post é te convidar a viver mais intensamente a vida, a experimente mais! Você não precisa escalar o Himalaia ou se pendurar a uma mesa há 45m do chão, mas pode muito bem começar com um simples e saboroso jiló!</p>
<p><em>PS- Companheiros de subida, valeu pela acolhida e generosidade para com esta amarela que vos escreve! </em><strong>E viva a Litlle Kitchen!</strong></p>

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		<title>Solidariedade ao povo chileno!</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 22:18:02 +0000</pubDate>
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Todo mundo que chega por aqui e se encanta pela Matilde logo me pergunta onde me inspirei para que a casa ficasse tão bacana. Eu sempre respondo que o poeta Pablo Neruda, sua companheira Matilde Urrutia e o Chile foram minhas inspirações. Tanto que a sala da casa é pintada com as mesmas cores da [...]]]></description>
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<p><a rel="attachment wp-att-570" href="http://cozinhadamatilde.com.br/2010/03/solidariedade-ao-povo-chileno/chilenos/"><img class="aligncenter size-large wp-image-570" title="chilenos" src="http://cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2010/03/chilenos-500x374.jpg" alt="Crianças Mapuches em Pucón - foto: arquivo pessoal" width="500" height="374" /></a>Todo mundo que chega por aqui e se encanta pela Matilde logo me pergunta onde me inspirei para que a casa ficasse tão bacana. Eu sempre respondo que o poeta Pablo Neruda, sua companheira Matilde Urrutia e o Chile foram minhas inspirações. Tanto que a sala da casa é pintada com as mesmas cores da bandeira chilena &#8211; uma homenagem mais que explícita a este país e povo que tanto me encantam.</p>
<p>Além de ser um país lindo, que consegue em uma &#8220;tripinha&#8221; de terra juntar vulcão, lagos, praias e um deserto maravilhoso, abriga um povo especial, de largas bochechas rosadas e tão doce como as guloseimas que consomem aos montes! Para uma cozinheira como eu, o Chile é um capítulo à parte, frutas e legumes incríveis, além dos pescados, frutos do mar e os vinhos, ah, os vinhos chilenos&#8230;</p>
<p>Dá prá imaginar como fiquei triste com o terremoto que abalou o país, ceifando vidas e destruindo cidades&#8230; Pois, hoje a querida <a href="http://casadagabi.com/">Gabi Bianco</a> me mandou esta mensagem de apoio às vítimas do terremoto no Chile, resolvi desencalacrar este post aqui que já passou de hora de ser publicado, para passar o chapéu e pedir ajuda para este país e povo tão lindos! <strong>Não ser indiferente faz toda a diferença, né?</strong></p>
<p>Desejo do fundo do coração que o Chile consiga se reconstruir o quanto antes e que meu próximo post sobre o país seja apenas para falar das delícias da culinária chilena!</p>
<h3>Saiba como ajudar</h3>
<p>Você quer ajudar as vítimas do terremoto no Chile? O Itaú Unibanco disponibilizou uma conta corrente para arrecadar recursos, e o valor será encaminhado integralmente para a CARE Brasil. Nossos esforços somados possibilitarão estender a ajuda à população em geral e multiplicar os esforços no atendimento às vítimas do terremoto.</p>
<p>As doações podem ser feitas em todo o Brasil pela Internet ou pelos mais de 30 mil caixas eletrônicos do Itaú espalhados pelo país, até o dia 22 de março. Para ajudar nossos vizinhos chilenos confira abaixo os dados da conta:</p>
<p><strong>Itaú<br />
Agência: 0170<br />
Conta: 74337-1<br />
CNPJ CARE Brasil: 04.180.646/0001-59</strong></p>
<p>A CARE Brasil é uma ONG brasileira que integra a CARE Internacional, uma federação formada por 12 países membros (Alemanha, Austrália, Áustria, Canadá, Dinamarca, Estados Unidos, França, Holanda, Japão, Noruega e Reino Unido), com sede em Genebra e com atuação no combate à  pobreza em mais de 70 países. Desde a sua fundação, a CARE também presta ajuda humanitária em catástrofes naturais e em conflitos.</p>
<p>No Brasil, A CARE atua na promoção do desenvolvimento local investindo na geração de renda, educação, mobilização social. Está presente em 6 estados: Amazonas, Rio de Janeiro, São Paulo, Goiás, Piauí e Bahia e privilegia o investimento nas mulheres e jovens.</p>
<p><strong>Para mais informações consulte o site www.care.org.br</strong></p>

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		<title>Tristeza sem fim&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 12:45:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Até a proxima]]></category>
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<p><a rel="attachment wp-att-523" href="http://cozinhadamatilde.com.br/2010/03/tristeza-sem-fim/casalneuras30/"><img class="aligncenter size-full wp-image-523" title="casalneuras30" src="http://cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2010/03/casalneuras30.jpg" alt="" width="560" height="153" /></a></p>

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		<title>Mariníssima falando para o mundo!!!</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 22:09:19 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Canastrinha da matilde]]></category>
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A Cozinha da Matilde está estourando de corujisse! E não é prá menos, entrevista com a querida Marina Novaes, a melhor Dj do mundo em nossa &#8220;isenta opinião&#8221; no Blog da Sagatiba!
Esse Jeito Brasileiro de ser
Por Paula Guedes para Blog da Sagatiba
De bem com a vida. Hoje é dia de festa no Diquinta com Marina [...]]]></description>
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<p>A Cozinha da Matilde está estourando de corujisse! E não é prá menos, entrevista com a querida Marina Novaes, a melhor Dj do mundo em nossa &#8220;isenta opinião&#8221; no Blog da Sagatiba!</p>
<h3><strong>Esse Jeito Brasileiro de ser</strong></h3>
<p><strong>Por Paula Guedes para <a href="htthttp://www.sagatiba.com.br/blog/?p=423p://">Blog da Sagatiba</a></strong></p>
<p><strong><a rel="attachment wp-att-510" href="http://cozinhadamatilde.com.br/2010/02/marinissima-falando-para-o-mundo/dj-marina-novaes-007-300x225/"><img class="alignleft size-full wp-image-510" title="dj-marina-novaes-007-300x225" src="http://cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2010/02/dj-marina-novaes-007-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></strong>De bem com a vida. Hoje é dia de festa no Diquinta com Marina Novaes nas pick ups.</p>
<p>Ou a Mariníssima!, que tem esse jeito brasileiro de sair fazendo e se atirando naquilo que acredita e gosta e que acabou tendo uma vida dupla: advogada de direitos humanos e DJ – duas coisas nada a ver que ali tornaram-se uma só. Coisa que só acontece para quem leva a vida em aberto. Quer ver?</p>
<p><strong>Marina, como aconteceu de você ser advogada e DJ?</strong><br />
Desde a faculdade quis seguir os caminhos alternativos do direito. Como militante do movimento de direitos humanos, especificamente das mulheres, encontrei o caminho como advogada.</p>
<p>Então, durante a semana, trabalho numa ONG de apoio aos migrantes, (Centro de Apoio aos Migrantes). Coordeno o atendimento jurídico. O foco do trabalho é o enfrentamento ao trabalho escravo, tráfico de mulheres e principalmente mostrando aos migrantes latino americanos que todos têm direitos e garantias para uma vida digna, pois os imigrantes pensam que por não terem documentos não têm direitos. E como feminista, acabo puxando uma sardinha para as mulheres latino americanas.</p>
<p>Às sextas feiras, eu toco lá no Diquinta. Já tocava em festinhas principalmente num restaurante de uma amiga, o Cozinha da Matilde. Aí pintou o convite de tocar no Diquinta uma vez no mês de março, porque eles queriam uma mulher pro “mês das mulheres”. Acabou que deu super certo, e eles me chamaram pra tocar três vezes por mês.<br />
<strong><br />
Isso de alguma forma deve aparecer nos seus sets… </strong><br />
Nos sets que faço tento buscar esta mistura do alternativo e também da integração!</p>
<p>A grande maioria das músicas são brasileiras, de samba rock (Jorge Ben, Trio Mocotó, Erasmo Carlos, Farufyno, etc..). Mas rola também bastante funk, groove e black. Tudo bem dançante.</p>
<p><strong>Que sons não podem faltar em suas festas?</strong></p>
<p>Da velha guarda, tenho arriscado tocar as músicas do disco “Gil e Jorge Ogum – Xango”, um disco jam session incrível. “Quem mandou (pé na estrada)” é uma louca declaração de amor que da para dançar bem juntinho.</p>
<p>Marku Ribas e Elza Soares gravaram para o filme Chega de Saudades um CD bem bom, com releituras até do Calcinha Preta (”Você não vale nada”). Martinho da Vila é uma pérola nacional, assim como Beth Carvalho e Leci Brandão, entre outros, a lista é imensa.<br />
Seu Jorge, mais contemporâneo, nunca falta – “E depois”, faixa que ele participa do disco do BiD é uma balada deliciosa. Roberta Sá faço questão de tocar, adoro o seu samba suingado. Orquestra Imperial é um timaço. Fabiana Cozza é poderosa. O disco novo da Céu da vontade de tocar inteiro no comecinho da noite.<br />
<strong><br />
Em sua opinião, qual o puro espírito do Brasil?</strong><br />
A alegria. Sem ser piegas. A nossa cultura, nossos ritmos e nossos sons são a prova que nosso espírito é de alegria.</p>
<p>Pois, a Marina trabalha para todo mundo ficar de bem com a vida!</p>

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		<title>Violência contra as mulheres e HIV</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 17:11:11 +0000</pubDate>
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O Risco de ser Mulher
A violência, física e sexual, e o temor à violência limitam a capacidade das mulheres para prevenir a transmissão do HIV e comprometem seu acesso a uma gama de serviços, incluindo exames e tratamentos. Além disso, as mulheres, com freqüência, experimentam uma violência ainda maior quando estão ou  percebem que podem [...]]]></description>
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<h2><img class="aligncenter size-full wp-image-455" title="aids" src="http://cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2009/12/aids.jpg" alt="aids" width="317" height="350" />O Risco de ser Mulher</h2>
<p>A violência, física e sexual, e o temor à violência limitam a capacidade das mulheres para prevenir a transmissão do HIV e comprometem seu acesso a uma gama de serviços, incluindo exames e tratamentos. Além disso, as mulheres, com freqüência, experimentam uma violência ainda maior quando estão ou  percebem que podem estar infectadas.</p>
<p>Logo no início da epidemia da Aids, acreditava-se que apenas algumas pessoas – os chamados grupos de risco – estavam expostas à contaminação pelo HIV. Era o caso dos homossexuais, usuários de drogas e hemofílicos.</p>
<p>Com isto, uma parte da população acreditava estar protegida contra o vírus. Este foi o caso de uma parcela importante das mulheres, especialmente as casadas ou que tinham um único parceiro. Entretanto nos últimos anos, o aumento assustador do número de casos de Aids entre as mulheres, trouxe à tona a discussão sobre outros fatores que tornam as pessoas expostas à contaminação.</p>
<p>No caso das mulheres algumas questões aparecem como importantes:</p>
<ul>
<li>A dificuldade das mulheres casadas em negociar o uso do preservativo com seus maridos ou companheiros.</li>
<li> A dificuldade das jovens em negociar o uso de preservativo com os namorados, como prova de amor ou sob a ameaça de ruptura do relacionamento.</li>
<li> A violência sexual, seja na vida adulta (em geral estupro) como na infância e adolescência (casos de abuso sexual), aumenta diretamente a contaminação pelo HIV e, ao mesmo tempo, leva as vítimas a se exporem a relações desprotegidas.</li>
<li> A violência doméstica/ amorosa, que se expressa como violência física, psicológica e ameaça e que provoca diversos danos à saúde física e mental das mulheres. Em muitas sociedades, espera-se que as mulheres sejam fiéis, inclusive quando os homens não o são.</li>
</ul>
<p>Estes fatores não ocorrem isoladamente, mas, muitas vezes se combinam e revelam que a contaminação das mulheres pelo HIV está diretamente relacionada com a desigualdade de poder entre homens e mulheres na nossa sociedade. Desigualdade que tem sua mais grave expressão na violência. Se para as mulheres em geral negociar o uso do preservativo é sempre um problema, para as mulheres em situação de violência este problema se agrava.</p>
<p><strong>O que fazer nos casos de violência sexual?</strong></p>
<p>Mesmo em situação de medo ou vergonha de fazer uma denúncia policial contra o violentador, é fundamental procurar uma unidade de saúde.</p>
<p>No Brasil, os serviços de saúde estão capacitados para oferecer atendimento e orientação aos casos de violência sexual. Na rede pública estão disponíveis os medicamentos necessários para prevenir a contaminação pelo HIV e outras Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST). Entretanto, a eficácia é maior quando eles são administrados num curto período após a ocorrência da violência. Por isso é importante procurar ajuda o mais rápido possível. Mas, mesmo se a situação já ocorreu há algum tempo, ainda assim é importante procurar os serviços para fazer a testagem e receber apoio psicológico.</p>
<p>Muitas mulheres acabam por ceder a uma relação sexual desprotegida como forma de evitar uma explosão violenta do companheiro. Se isto acontece com você é hora de procurar ajuda! Em todo o Brasil já existem diversos serviços que orientam e apóiam mulheres vítimas de violência. Atendem ainda mulheres vítimas de violência sexual atual ou no passado.</p>
<p><strong>Como saber se você está correndo risco de contrair HIV?</strong></p>
<p>•    Você se sente ou já se sentiu forçada a manter relações sexuais mesmo contra a sua vontade com um parceiro, marido, namorado, ou ainda com um estranho?</p>
<p>•    Você se sente intimidada, constrangida ou com medo de pedir que seu parceiro use preservativo?</p>
<p>•    Em algum momento da sua vida, você já foi submetida a alguma situação de abuso sexual?</p>
<p>•    Você acredita que o amor ou o casamento podem protegê-la de contrair uma doença sexualmente transmissível (DST) ou Aids?</p>
<p>Se você respondeu sim a uma destas questões você vive ou viveu situações de risco para contrair o HIV.</p>
<p><strong>Fique sabendo&#8230;</strong></p>
<p>No início da epidemia da Aids, a proporção de pessoas contaminadas era de 1 mulher para cada 25 homens.<br />
Atualmente esta proporção é de quase uma mulher para cada homem.</p>
<p>A principal forma de contaminação pelo HIV é através de relações sexuais.</p>
<p>A casa 15 segundos, uma mulher é vítima de violência no  Brasil e os principais agressores são maridos, namorados, companheiros ou ex.</p>
<p>A estimativa de casos de estupro no Brasil é de cerca de 100 mil casos por ano.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong><em><br />
O isolamento e a falta de informação tornam as mulheres ainda mais expostas à violência e à contaminação pelo HIV.</em></strong></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong><em><br />
</em></strong></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong><em><span style="color: #000000;">Texto do <a href="http://www.mulheres.org.br/">Coletivo Feminista de Sexualidade e Saúde</a> para a <a href="http://www.campanha16dias.org.br/Ed2006/Materiais/index.asp">Cartilha Mulheres e Violências</a> da <a href="http://www.campanha16dias.org.br/">Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres</a></span><br />
</em></strong></span></p>

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		<title>A sua Parte!!!</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 15:18:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[gabi butcher]]></category>
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Se você, como eu, a Tarsila e a Rebeca (foto recado da Gabi Butcher) também acredita que viver sem violência é um direito de todas as pessoas e que a melhor maneira de mudar uma situação é fazendo alguma coisa: FAÇA PARTE, FAÇA A SUA PARTE!
16 atitudes que você pode tomar para acabar com a [...]]]></description>
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<p><a href="http://www.flickr.com/photos/gabibutcher/"><img class="aligncenter size-full wp-image-447" title="4131270773_6fde455b83" src="http://cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2009/11/4131270773_6fde455b83.jpg" alt="4131270773_6fde455b83" width="500" height="333" /></a></p>
<p>Se você, como eu, a Tarsila e a Rebeca (<a href="http://www.flickr.com/photos/gabibutcher/">foto recado da Gabi Butcher</a>) também acredita que viver sem violência é um direito de todas as pessoas e que a melhor maneira de mudar uma situação é fazendo alguma coisa: <span style="color: #ff0000;"><strong>FAÇA PARTE, FAÇA A SUA PARTE!</strong></span></p>
<p><strong>16 atitudes que você pode tomar para acabar com a violência contra as mulheres: </strong></p>
<p><strong>No dia-a-dia</strong></p>
<p>1.     Denunciando os casos de violência contra as mulheres que tenha conhecimento.<br />
2.     Testemunhando em processos judiciais sobre a violência que presenciou.<br />
3.     Dando apoio, proteção, carinho e compreensão para a mulher vitimada.<br />
4.     Respeitando as escolhas das mulheres vitimadas, não julgando seus atos.<br />
5.     Participando de eventos, seminários e manifestações sobre o tema.<br />
6.     Não perpetuando estereótipos e preconceitos sobre a violência contra as mulheres.<br />
7.     Postando, tuitando e incluindo na sua assinatura eletrônica o slogan da Campanha: <strong>Uma vida sem violência é um direito das mulheres!</strong><br />
<strong><br />
Na sua empresa</strong></p>
<p>8.     Promovendo debates e reflexões sobre o tema;<br />
9.     Desenvolvendo uma política não discriminatória às mulheres.<br />
10.  Desenvolvendo uma política de apoio para as funcionárias vitimizadas.<br />
11.  Organizando grupos de discussão para debater o conceito de gênero e os tipos de violência recorrentes no trabalho (assédio moral, sexual).<br />
12.  Apurando e encaminhando para as autoridades competentes casos de assédio sexual e moral contra as mulheres.<br />
<strong><br />
Na sua cidade</strong></p>
<p>13.  Fortalecendo grupos e organizações que trabalham com o tema.<br />
14.  Divulgando a temática no seu bairro, grupo de amigos, trabalho.<br />
15.  Apoiando iniciativas de criação de serviços e políticas públicas de atendimento às mulheres vitimizadas.<br />
16.  Fiscalizando o funcionamento dos serviços locais de atendimento às mulheres vitimizadas.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong><br />
Lembre-se sempre: Não existe mulher que gosta de apanhar, o que existe é mulher humilhada demais para denunciar, machucada demais para reagir, pobre demais para ir embora.</strong></span></p>

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		<title>Longa Vida a Las Mariposas!</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 15:00:51 +0000</pubDate>
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Há exatos 49 anos, no dia 25 de novembro de 1960, três irmãs da República Dominicana foram brutalmente assassinadas pela ditadura de Rafael Leonidas Trujillo, uma das mais violentas da América Latina. Pátria, Minerva e Maria Tereza Mirabal (Las Mariposas, como eram conhecidas) eram mulheres à frente de seu tempo  e como tal, decidiram não [...]]]></description>
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-445" title="hermanaMirabal" src="http://cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2009/11/hermanaMirabal.jpg" alt="hermanaMirabal" width="264" height="400" /></p>
<p>Há exatos 49 anos, no dia 25 de novembro de 1960, três irmãs da República Dominicana foram brutalmente assassinadas pela ditadura de Rafael Leonidas Trujillo, uma das mais violentas da América Latina. <strong>Pátria, Minerva e Maria Tereza Mirabal </strong>(Las Mariposas, como eram conhecidas) eram mulheres à frente de seu tempo  e como tal, decidiram não se calar frente às atrocidades que estavam sendo cometidas em seu país, envolveram-se com os movimentos clandestinos e começaram a militar pelo fim da ditadura.</p>
<p>Foram presas e torturadas em várias ocasiões, mas em nenhum momento calaram e acabaram tornando-se um grande pedra no sapato de Trujillo, que decidiu acabar com suas vidas simulando um acidente com as três quando iam visitar seus maridos na prisão. Las Mariposas foram emboscadas e levadas para uma plantação próxima onde foram apunhaladas e estranguladas juntamente com o motorista que conduzia o veículo em que estavam. Trujillo acreditou que havia eliminado um grande problema, mas a morte das Mirabal causou uma grande comoção no país e levou o povo dominicano a se somar na luta pelos ideais democráticos das Mariposas. Um ano depois Trujillo foi assassinado e a ditadura caiu.</p>
<p>Anos depois, no <strong>Primeiro Encontro Feminista Latino-Americano e Caribenho de 1981,</strong> realizado em Bogotá, Colômbia, a data do assassinato das Mirabal foi proposta como dia Latino-Americano e Caribenho de luta contra a violência à mulher. Em 1999, a Assembléia geral da ONU declarou que esta data passaria ser lembrada como o <strong>Dia Internacional da Eliminação da Violência contra a Mulher,</strong> justa homenagem ao sacrifício de Pátria, Miverva e Maria Tereza.</p>
<p>E é justamente esta data, 25 de novembro, que abre a <strong>Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres,</strong> desenvolvida internacionalmente pelo <a href="http://migre.me/ctTo">Center for Women&#8217;s Global Leadership</a> e que no Brasil é desenvolvida pela <a href="http://www.agende.org.br/16dias/">Agende, Ações em Gênero</a> com ampla parceria dos movimentos de mulheres, feminista e de direitos humanos, cuja proposta é pautar a questão da violência contra as mulheres e garantir a adoção de políticas públicas por pate do governo e solidarieadade por parte da sociedade a um problema que atinge as mulheres em todo o mundo.</p>
<p><strong>Números e dados que fazem pensar:</strong></p>
<p>Desde 1995, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) vem medindo o Índice de Desenvolvimento de Gênero (IDG), que avalia as desigualdades entre homens e mulheres nos países e a constatação foi que <strong>&#8220;nenhuma sociedade trata tão bem suas mulheres como trata seus homens&#8221;.</strong></p>
<p>Profissionais de saúde afirmam que enfermidades crônicas como asma, epilepsia, diabetes, artrite, hipertensão e doenças coronarianas são exacerbadas ou precariamente controladas em mulheres que sofrem violência.</p>
<p>Estudos da Unaids, Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/ AIDS, apontam que <strong>as mulheres vítimas de violência estão mais suscetíveis a contraírem o vírus HIV. </strong>A violência e o medo limitam o poder da mulher de negociar o sexo seguro, tanto com o parceiro quanto com um estranho.</p>
<p>Dados da Organização Mundial de Saúde citados no relatório anual da Anistia Internacional, o qual foi divulgado no lançamento da Campanha &#8220;Está Em Suas Mãos: Pare a Violência contra as Mulheres&#8221;, mostram que cerca de <strong>70% das mulheres assassinadas no mundo foram mortas por seus maridos.</strong></p>
<p>O relatório da Anistia Internacional traz ainda um dado divulgado pelo Conselho Europeu, segundo o qual <strong>a violência doméstica é a principal causa de morte e deficiências entre mulheres de 16 a 44 anos, e mata mais do que câncer e acidentes de trânsito.</strong></p>
<p>No Brasil, a pesquisa da Fundação Perseu Abramo do ano 2000, intitulada A Mulher Brasileira nos Espaços Público e Privado, estima que <strong>2,1 milhões de mulheres são espancadas por ano no País; 175 mil por mês, 5,8 mil por dia, 243 por hora, 4 por minuto, uma a cada 15 segundos.</strong></p>
<p>Segundo o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), <strong>uma em cada cinco faltas ao trabalho no mundo é causada pela violência sofrida pelas mulheres dentro de suas casas.</strong> E <strong>a cada cinco anos, a mulher que sofre violência doméstica perde um ano de vida saudável.</strong></p>
<p><em>PS- pra saber mais sobre a história das Irmãs Mirabal, livro e filme: No tempo das Borboletas de Julia Alvarez.</em><strong><br />
</strong></p>

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